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O Banco de Trilhas está de site novo!

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Acabamos de inaugurar nosso novo site! Ficou ainda mais fácil encontrar a trilha ideal para o seu projeto. Parcele sua trilha em até 12 vezes, podendo escolher entre PagSeguro e Paypal.

www.jacarandalicensing.com 

 

A Jacarandá Licensing (banco de trilhas) oferece uma vasta variedade de trilhas originais, organizadas em nosso catálogo online. Oferecemos o direito de uso para qualquer tipo de mídia, como filmes publicitários, seriados, documentários etc. Nossos clientes ganham tempo, economizam e sabem exatamente que produto irão levar. Todas as trilhas estão disponíveis em estéreo e também 5.1 surround! Veja o passo a passo de como comprar.

Cada cliente possui necessidades únicas, e por isso oferecemos pacotes customizados afim de encontrar a solução ideal para seu projeto. Converse com a gente e monte um pacote ideal para a sua demanda.
Acreditamos em qualidade, não quantidade. Ganhe tempo na escolha de trilhas ouvindo um material selecionado de forma criteriosa. E se você quiser, faremos esta pesquisa por você!
Já tentou encontrar música brasileira nos bancos de trilhas do exterior? Somos uma empresa brasileira, com músicos brasileiros, fazendo nossa música de verdade.

Trilhas Sonoras Gratuitas

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Trilhas Sonoras Gratuitas

A Jacarandá disponibiliza um acervo de 493 trilhas sonoras de domínio público ou CC0 Universal License (fonte: FMA). Este projeto é sem fins lucrativos. Gostaria de contribuir? Então faça uma doação ao Médicos sem Fronteiras através do nosso site.
https://jacarandatrilhas.com/trilhas-sonoras-free/

Aproveite para conferir também nosso pacote de efeitos sonoros gratuitos.
https://jacarandatrilhas.com/efeitos-sonoros-free/

Banco de Trilhas agora com 40% OFF

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Nosso serviço de banco de trilhas agora tem uma nova categoria de trilhas promocionais. Basta curtir nossa página no facebook para ganhar 40% de desconto na compra de trilhas selecionadas. Saiba mais acessando: www.bancodetrilhas.com

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Trilhas Promocionais

Flecha -Escolha seu estilo

8 dicas de marketing de conteúdo para pequenas empresas

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Se você acompanha o Saia do Lugar, provavelmente já ouviu falar demarketing de conteúdo. Mas se você não se lembra que bicho é esse, vamos ajudar a clarear sua memória.

Marketing de conteúdo é uma técnica de marketing que se baseia na criação e distribuição de conteúdo valioso para atrair, engajar e converter o público alvo da sua empresa. O objetivo de uma estratégia de marketing de conteúdo eficiente é criar um canal de relacionamento e ganhar a confiança do visitante do seu site, com o foco de transformá-lo em cliente.

Por isso, preparei algumas dicas para pequenas e médias empresas que estão iniciando suas estratégias de marketing de conteúdo, para começar a gerar resultados rápidos e a baixo custo.

Confira:

Marketing de conteúdo

1. Tenha um objetivo claro.

Ok, você quer começar sua estratégia de content marketing. A primeira pergunta que você deve responder é: Para quê?  Ter um objetivo em mente é muito importante.

Veja alguns exemplos de objetivos para sua empresa:

  • Demonstrar aos seus potenciais clientes que você entende as suas necessidades
  • Ajudar seus potenciais clientes a avaliarem se a sua empresa oferece uma solução que resolve seus problemas e atende às suas necessidades
  • Fidelizar e educar clientes e potenciais clientes
  • Criar defensores da sua marca, leitores e pessoas que se interessam pelo tópico, que mesmo não sendo potenciais clientes gostam de interagir e ampliar o alcance do seu conteúdo
  • Ajudar na implementação e uso da sua solução/produto
  • Aumentar as chances de compras repetidas.

Escolha seu principal objetivo e concentre-se nele. E lembre-se dele quando for seguir as dicas abaixo.

2. Crie um blog corporativo. E mantenha-o atualizado.

Parece óbvio, mas a primeira decisão que você deve tomar para começar no mundo do marketing de conteúdo é a criação de um blog. As pessoas adoram ter uma visão mais próxima do dia a dia da sua empresa, aprender um pouco do conhecimento que seu time tem, e ler sobre os segredos do seu mercado.

Criar um blog e mantê-lo sempre atualizado é uma ótima ferramenta para ajudar seus potenciais clientes a ficar “por dentro” do que rola na sua empresa. Tenha a disciplina de blogar constantemente e oferecer conteúdo de valor sem pedir nada em troca para seus usuários.

3. Promova seu blog nas redes sociais e para sua lista de contatos.

Sim, agora que você já tem um blog, onde encontrar seus primeiros leitores? Primeiramente, divulgue-o nas redes sociais. Promova-o na sua página corporativa do Facebook, no seu perfil de Twitter e sempre compartilhe as últimas atualizações.

Se você já possui uma lista de emails com os contatos da sua empresa, ou uma ferramenta de CRM, uma ótima alternativa é convidar seus prospects e clientes para conhecer seu blog.  Se você possui uma newsletter, divulgue mensalmente ou quinzenalmente os melhores artigos do seu blog.

4. Ouça. Fale. Amplifique. Discuta.

Este é o quarteto de sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo. Primeiro, entenda as necessidades e curiosidades do seu leitor/potencial cliente. Pesquise seus interesses, seja através de pesquisas qualitativas, análise de palavras-chave ou até mesmo informalmente, para garantir que você vá na direção esperada.

Em seguida, prepare seu conteúdo baseado nos dados que você coletou e no que você aprendeu sobre seu leitor. Amplifique seu artigo através da promoção em redes sociais, para sua base de emails, e através de link building.

Por último, discuta e interaja sobre o conteúdo. Mantenha-o atualizado, incremente-o baseado no feedback do leitor, mergulhe de cabeça nos comentários e interaja sempre. Seguindo este processo você sempre estará produzindo conteúdo matador para seu site.

5. Crie um calendário editorial

Saber quando e o que produzir é importante. Entenda as sazonalidades do seu negócio, descubra os melhores dias para falar com seu público. Prepare sua pauta tendo em mente eventos, datas e fatores externos (ex: férias escolares, natal, etc.). Seguir este calendário e manter a periodicidade constante fideliza seu leitor e faz com que ele sempre queira voltar buscando mais informação.

6. Saia do seu site!

Sim, produzir conteúdo e manter seu site atualizado é muito importante, porém você deve sempre buscar atingir novas audiências e atrair cada vez mais membros para sua comunidade. Por isso publicar em outros sites/blogs é uma ótima dica.

Guest posting é uma ferramenta fantástica para expor seu conteúdo em outros sites. Invista nessa ideia e chegue em leitores que você não teria acesso apenas estando restrito ao seu ambiente.

7. Divida as responsabilidades e separe as tarefas.

Fazer marketing de conteúdo bem feito envolve muitas responsabilidades. Produção de conteúdo, networking com publishers e linkbuilding, gestão de comunidade, SEO, otimização de conteúdo são algumas delas. Crie um processo eficiente e garanta que você esteja sempre evoluindo.

8. Mensure e otimize

Acompanhe obssessivamente suas métricas para saber como está a performance da sua estratégia de conteúdo. Assim você irá conseguir ajustar seu plano de ação de maneira eficiente para alcançar seus objetivos. O Google Analytics (ou outra ferramenta a sua escolha) é seu melhor amigo.

Estas são algumas dicas básicas para sua empresa começar no mundo do marketing de conteúdo. Ao longo da sua jornada você vai aprender muito mais e fazer novas descobertas. Não esqueça de voltar e nos contar um pouco mais sobre como você está fazendo e compartilhar suas dúvidas, sucessos e fracassos.

Para te ajudar a de fato botar a mão na massa, a Rock Content e a Empreendemia se juntaram para lançar o “Marketing de Conteúdo para PMEs”, um ebook gratuito muito bom não só para entender como o marketing de conteúdo pode te ajudar a gerar mais negócios, mas principalmente para colocar a mão na massa: ele tem dicas para criar a sua estratégia de conteúdo, montar a equipe e colocar tudo isso em prática.

Para baixá-lo, é só clicar aqui.

Boa sorte!

Nota do editor: Este artigo foi escrito por Diego Gomes. Diego é um dos fundadores da Rock Content, uma empresa de marketing de conteúdo que ajuda empresas a produzir artigos matadores. Confira o e-book “Marketing de conteúdo para iniciantes” e não perca os artigos do blog da Rock Content.

FONTE: http://www.saiadolugar.com.br/marketing/8-dicas-de-marketing-de-conteudo-para-pequenas-e-medias-empresas/

Marketing de Relacionamento B2B e a lealdade de clientes

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Marketing de Relacionamento B2B e a lealdade de clientes precisam ser foco e de um bom plano de ação.

Para traçar um plano de Fidelidade ou Lealdade de Clientes, inicialmente, é importante avaliar a sua carteira atual e analisar a relação entre a rentabilidade e fidelidade de cada um, uma vez que nem sempre um cliente rentável é fiel, assim como, um cliente fiel nem sempre é rentável.

De acordo com o estudo Mismanagement of Customer Loyalty da Harvard Business Review, os autores Werner Reinartz e  V Kumar afirmam que a relação entre o grau de fidelidade e rentabilidade é estabelecido pela classificação de clientes em quatro categorias, conforme quadro abaixo.

Outro ponto importante é segmentar os clientes, considerando as suas diferenças, avaliando os dados relevantes registrados no seu CRM e o histórico de negociações, assim como, avaliar o CLV (Custumer Lifetime Value) ou Valor Vitalício do Cliente.

O CLV é o potencial de margem de contribuição do cliente por toda a vida trazida a valor presente. Essas informações ajudam a comparar os custos iniciais de aquisição (descontos, viagens de negócios ou ofertas) e custos durante o tempo de permanência do cliente com as receitas geradas por ele.

Este levantamento permite saber exatamente quais clientes são rentáveis, quais demandam mais ou menos custos de atendimento, quais geram prejuízos ou possuem potencial de ganhos no futuro e ainda, quais clientes não são interessantes manter.

Com base nessa análise é possível traçar estratégias específicas para cada cliente.

As práticas de CRM – Customer Relationship Management são fundamentais em todo esse processo, ajudam no levantamento de informações e traçam padrões e métricas para dimensionar as ações de fidelização e conquista da lealdade do cliente.

Por exemplo, por meio dessas ações, é possível recuperar clientes que estejam deixando o relacionamento (win back), realizar a prospecção de novos (prospecting), realizar vendas maiores ou um up-grade no serviço (up-sell), realizar vendas cruzadas ou casadas (cross-sell) além de gerar mecanismos de relacionamento e de retenção.

Ouvir o que o cliente tem a dizer sobre a sua empresa também é um passo importante, embora nem sempre realizado pelas empresas B2B. Para isso é fundamental realizar periodicamente pesquisas de satisfação, montar planos de visitas, eventos dirigidos e acompanhar o que dizem sobre a sua empresa nas redes sociais.

Todas essas medidas são primordiais para ajudar a construir relacionamentos duradouros, essenciais às empresas B2B.

A lealdade é plenamente conquistada somente quando houver a percepção de superação de expectativas, plena satisfação e retorno do investimento. E isso acontece com a entrega de um serviço ou um produto de qualidade e com um alto padrão de atendimento, capazes de superar expectativas e gerar o encantamento do cliente.

Por Priscila Falchi – Publicado originalmente em Implantando Marketing

FONTE: http://marketingdicas.com.br/

10 dicas de marketing dos maiores especialistas do mercado

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Um marketing bem feito pode ser o que faltava para uma empresa conseguir o tão sonhado sucesso.  Para conseguir esse ideal, confira 10 dicas de marketing dadas pelos maiores especialistas do mercado:

Dorie Clark, consultor de estratégia, autor de “Reinventing You”

É hora de criar conteúdo direcionado. Como o autor já escreveu, em um ambiente de mídia que já está lotado, as empresas devem atrair clientes de forma proativa. Anúncios são bons, mas o benefício acaba assim que parar de pagar. O verdadeiro segredo para uma boa estratégia de marketing é um bom conteúdo. E não precisa ser um blog; pode ser um podcast, uma música para a empresa ou até uma conta no Pinterest. O necessário é ter algum diferencial.

Ryan Holiday, diretor de marketing da American Apparel, autor de “Trust Me I’m Lying and Growth Hacker Marketing”

Para Ryan Holiday, quase todas as empresas iriam ter um marketing de sucesso se parassem de se concentrar em marketing e sim, em concentrar sua energia para melhorar o produto ou o serviço. Há mais mídia disponível do que nunca, por isso o mercado para materiais interessantes é quase infinito. Pitching é fácil, marketing é fácil. Fazer algo de que vale a pena falar é mais difícil.

Christopher S. Penn, vice-presidente de tecnologia de marketing na SHIFT Communications

A principal recomendação de Christopher S. Penn quando o assunto é mídia social e marketing de sucesso atualmente, é entender que o público não é algo que se “possui”. Na melhor das hipóteses, a empresa é um administrador temporário de um certo público, mas como muitos exemplos já mostraram, basta um passo em falso e tudo isso pode ser posto a perder. A melhor defesa contra isso é definir claramente os valores da empresa e o que ela representa.

Ted Rubin, estrategista de marketing social da Brand Innovators

Uma das principais chaves é capacitar os funcionários, assim eles irão dar ainda mais poder para a marca! Toda empresa pode se beneficiar muito ao reconhecer o fato de que conexão social é uma parte integrante da vida de todos. Ao ajudar os funcionários a construir a marca, é possível construir um exército muito poderoso. A maioria das pessoas, quando dada a oportunidade, irá defender a marca caso se sinta bem com o local de trabalho.

Aliza Sherman, premiada estrategista digital

Pare agora de fazer o que você sempre fez. Dê um passo pra trás, tome um fôlego. Pense sobre tudo que você fez nos últimos anos e o que está pensando em fazer no novo ano. Uma dica valiosa é mudar, não fazer o tipo de negócio de sempre. Experimente e encontre uma maneira de sacudir o que está parado. Tire um tempo para olhar para trás com perspectiva para ter ideias.

Chris Ee, estrategista digital da Bajibot Media

Quando se trata de qualquer assunto que envolva números, é importante compreender suas implicações, mas é ainda mais importante garantir a pessoa certa para ficar no comando. Toda empresa precisa de um funcionário capaz de comunicar suas conclusões de forma sucinta e impactante, assim como saber retificar erros e identificar novas oportunidades.

10 dicas de marketing dos maiores especialistas do mercado

Mark Schaefer, blogueiro, palestrante, autor de best-seller e educador

Reavalie tudo. Você pode pensar que sabe quem são seus clientes, o que eles precisam e como eles recebem suas informações. Mas houve uma mudança cataclísmica no comportamento de compra nos últimos meses e isso só tende a continuar mudando.

Lauren Hackett, diretora de comunicações e redes sociais

Encontre uma linha e caminhe por ela. É preciso ter cuidado para não cruzar essa linha e ir de amigo para perseguidor. Marcas experientes devem entender que estão formando um relacionamento com o cliente, mas que isso leva habilidade e respeito.

Megan Berry, chefe de consumidores na RebelMouse

A empresa deve conseguir testar produtos, interagir, retestar e com isso melhorar suas campanhas. A mídia social dá o tempo necessário para aprender o que ressoa em cada público e contribuir ótimas campanhas com essas informações.

Hillel Fuld, blogueiro de tecnologia e assesor de startup

A principal recomendação do blogueiro é valor. É indicado parar a auto-promoção e começar a fornecer valor. Deve-se parar de pedir por “Curtir” no Facebook e começar a dar reais razões para que as pessoas realmente curtam a marca. Esse valor pode ser dado em forma de blog, vídeo ou qualquer outro conteúdo, desde que seja feito de forma consistente.

FONTE: http://www.penseavanti.com.br/blog/10-dicas-de-marketing-dos-maiores-especialistas-do-mercado/

8 dicas de marketing para empreendedores

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A seguir, 8 dicas de marketing para empreendedores. Nenhuma empresa, loja, escritório ou seja lá qual for o seu ramo de empreendimento, sobrevive sem um detalhe muito importante: clientes. E como eles são conseguidos? Através do Marketing. Alguns novos empreendedores, acreditam que apenas preço baixo é o suficiente, mas mal sabem eles que esta é uma ferramenta de marketing, também conhecida como ‘promoção’. O marketing é importantíssimo em uma empresa e sem ele não há vendas.

Para os empresários que estão querendo investir mais um pouco em seu empreendimento neste setor, temos a seguir oito dicas importantes de marketing para empreendedores. A boa notícia é o marketing pode ser aplicado a qualquer empresa com pequenas modificações. O ideal é sempre ler com atenção qualquer informação e investir em livros e leituras de sites especializados para saber as novidades do setor.

1 – Ter um bom mailing

Ter um bom número de contatos por email, endereços ou apenas telefones é muito importante para uma empresa, principalmente quando ela ainda está sendo montada e precisa ser divulgada. Uma boa dica é contratar empresas que fazem e-mail marketing e já possuam uma lista de clientes em potencial ou mesmo fazer a compra de um banco de dados de grande porte, mas voltado para o seu público-alvo. Por isso, é importante estudar qual o seu público-alvo, o perfil e abrangência (local, regional ou nacional) e se o contato por email é viável ou é preciso ter endereços e telefones.

Uma parceria para conseguir um banco de dados interessante pode funcionar da seguinte forma: você se compromete a dar a determinada empresa seus contatos e ela fará o mesmo por você e assim todos saem ganhando com um rico mailing em arquivo.

2 – Ter um blog empresarial

Todo mundo ama blogs e os clientes assíduos adoram saber de novidades por meio deles. Uma boa dica é mesmo tendo um site da empresa, ter um blog com bastidores, anunciando novidades e promoções, em um estilo mais informal como uma conversa com os clientes e parceiros para estreitar relações. Não é preciso investir em ferramentas caras, podendo ser um blog gratuito. Se o fizer, não se esqueça de assinar seu email com o endereço virtual do blog.

3 – Faça propaganda boca a boca

As ferramentas de marketing são ótimas aliadas, mas nenhuma tem tanta credibilidade quanto a boa e velha boca a boca, que ganhou ares virtuais por meio das redes sociais. Falar para seus amigos dos seus produtos, sua loja, seus serviços e ainda oferecer brindes para quem lhe procurar é uma ótima forma de conseguir clientes. Não perca a chance de sempre ter em mãos um cartão de visita com seu nome e contato, bem como falar sempre que possível com amigos em que ramo está atuando e como pode servir a seus amigos com seus serviços.

Tenha em mente que clientes também podem fazer a sua propaganda boca a boca, seja ela boa ou ruim e por isso, trate todos com igualdade de informações e serviços. Todo mundo deve ser VIP em sua empresa e assim garantir uma boa propaganda direta de seus produtos e serviços.

Informação Importante:

Pesquisas do SEBRAE, IBGE e DIEESE confirmam que são mais bem sucedidos os empresários que fazem um planejamento ANTES de iniciar o próprio negócio. Clique aqui para descobrir como montar um negócio de sucesso.

4 – Guarde opiniões online

Já viu em sites e lojas online textos de usuários falando como foi a compra? Essa é uma forma de marketing também. Se você serve bem aos seus clientes, entrega os pedidos na data e tem boa qualidade de atendimento, por que não mostrar a outros clientes como você é bom? Uma dica é criar um espaço em seu site apenas para isso ou pode também divulgar em seu blog empresarial. Ambas as formas são bem bacanas e em breve darão um resultado de marketing positivo, atraindo novos clientes para o seu negócio.

5 – Tenha um cartão de visitas sempre ao alcance da mão

Parece antiquado, mas ter um cartão de visitas é mais importante do que você pensa. É uma ótima forma de ter em mãos uma ferramenta de marketing importante, divulgar o seu produto e serviço para os amigos próximos e também ser notado como um empresário.

Um cartão de visitas age como duas formas de marketing: empresarial e pessoal. Por menor e mais simples que seja o seu produto, a ferramenta valoriza o seu trabalho e dá um ar mais profissional, também ajuda na divulgação da marca. Além disso, é um marketing boca a boca e para isso basta entregar a alguns clientes e amigos para que possam divulgar.

6 – Faça ofertas e descontos

Todo mundo curte uma boa promoção e por isso, esta é considerada a ferramenta de marketing mais útil do mundo. Eventualmente, diminua a margem de lucro de alguns produtos e serviços e faça uma promoção para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Uma promoção age como marketing direto para o público que sempre se sente recompensado por ser agraciado com preços baixos. Brindes também são uma boa pedida, sejam eles em produtos ou serviços ao estilo “pague um e leve outro de graça.”

7 – Faça caridade

Fazer caridade é forma também de marketing, no caso, marketing social que permite dedução no Imposto de Renda e ainda cria uma imagem positiva para a empresa. Ou você acha que toda grande empresa cria uma fundação social ou serviços gratuitos apenas pelo bel prazer de ajudar? Para quem curte ajudar ao próximo, será uma ótima ideia e quem não se interessa pelo assunto, pense como uma forma de passar uma imagem positiva da empresa.

Para o empresário pode ser um gasto desnecessário, mas para o público é uma grande marca dedicando parte do seu lucro para ajudar aos outros. Você vai ganhar espaço na mídia, sua marca será divulgada e novos clientes vão vir muito em breve.

8 – Vasculhe na Internet o que falam da sua marca

Quem pensa que ficar online é perda de tempo é porque ainda não sabe o poder da ferramenta web: ela é um canal tanto para elogiar como para falar mal. Por isso, dedique ao menos meia hora do seu dia vasculhando fóruns de notícias online para saber o quanto e como estão falando de sua empresa e saiba exatamente onde estão seus erros.

Saiba usar a web para o bem do seu negócio. Ouça as críticas e tente corrigir os erros e não trate os comentários apenas como ‘inveja’ ou ‘difamação’. Se os problemas relatados realmente existirem, encontre o setor responsável e tente corrigi-los.

FONTE: http://www.novonegocio.com.br/marketing/8-dicas-de-marketing-para-empreendedores/

50 Dicas de Marketing Cultural

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1- O MARKETING CULTURAL é uma estratégia utilizada pelas empresas para que, através de patrocínios a projetos culturais, agreguem valor às suas marcas.

2- O MARKETING CULTURAL é uma vertente do Marketing Institucional das empresas, ou seja: tem a ver com a sua marca, sua identidade e os valores subjetivos associados ao seu nome.

3- O aumento da venda de produtos com o MARKETING CULTURAL não pode (salvo algumas estratégias específicas) ser medido pelos métodos tradicionais. Por exemplo: o MARKETING CULTURAL permite um grande retorno de mídia espontânea, que medido em valores financeiros, com base na tabela de publicidade dos veículos de comunicação, pode superar em até 10 vezes o valor do patrocínio.

4- Não se pode apresentar um projeto para uma empresa (possível patrocinadora) sem conhecê-la antecipadamente. É preciso saber o que ela faz, o que produz e o que já patrocinou. Este PERFIL DE EMPRESAS PATROCINADORAS vai ajudar você a conhecer melhor as empresas.

5- Todo bom projeto é composto basicamente por: uma apresentação sucinta, uma descrição técnica (como vai ser realizado), um orçamento enxuto, um cronograma de execução e um de desembolso, um currículo dos proponentes e técnicos, uma descrição objetiva dos “retornos propostos ao patrocinador” e anexos (bem escolhidos). Mas um dos elementos principais é a carta de apresentação do projeto, que deve ser personalizada, plenamente identificada com a empresa que se pretende transformar em parceira da nossa proposta.

6- Não se utiliza o MARKETING CULTURAL, partindo do produto cultural. Neste caso o caminho deve ser inverso, é o do “CULTURAL MARKETING”, ou seja: da construção das estratégias eficazes que poderão viabilizar o projeto cultural no mercado. Quem faz MARKETING CULTURAL é a empresa, estabelecendo um conjunto de critérios objetivos de seleção de projetos, em sintonia com seus objetivos institucionais e de marketing de produtos ou serviços.

7- O MARKETING CULTURAL precisa considerar todas as etapas do Ciclo da Produção Cultural: a inspiração que se transforma em idéia, a idéia que é planejada e vira um projeto, o projeto que passa por uma estratégia de marketing para chegar ao mercado, a negociação até o contrato, a produção (equipe, capacidade de realização, melhor época de realização, local, etc) e o planejamento da mídia, para chegar ao público que deseja atingir, cujo perfil deve ser conhecido antecipadamente e com a máxima clareza.

8- MARKETING CULTURAL é uma estratégia de troca: troca-se recursos de patrocínio por retorno institucional (e também por abatimentos nos impostos da empresa, quando se utilizam as leis de incentivo fiscal à cultura). A empresa, ao fortalecer sua imagem pela simpatia que estabelece com o público e a sociedade em geral, também aumenta a venda de seus produtos ou serviços.

9- Muitas vezes o caminho para se chegar a uma empresa é indireto. É preciso saber quem influencia quem decide. Para quem a empresa não pode negar um pedido de atendimento? Um cliente? Um revendedor? Se você desejar obter tinta para pintar um prédio histórico, não peça diretamente à fábrica. Associe-se primeiro à maior loja de tinta da sua cidade. Lembre-se: é a loja que vende tinta. Sua influência pode ser decisiva.

10- Responda rápido. O que é mais fácil: chegar numa grande empresa de petróleo sozinho com seu projeto para buscar patrocínio ou ir acompanhado do proprietário de uma rede de postos de gasolina?

11- Como ser recebido numa empresa para apresentar um projeto? Primeiro: telefone. Você vai se surpreender ao saber que, em muitas empresas, o executivo que decide atende diretamente e marca os encontros. Segundo: passe um E-mail; pode funcionar. Terceiro: busque algum conhecido que trabalhe lá e vá indicado por ele. Mas procure sempre estabelecer um encontro. Nada como olho no olho e cara a cara, para se viabilizar um projeto.

12- Antes de tudo, procure iluminar seu projeto. Lembre-se: um projeto é uma idéia, uma proposta (um sonho) na forma de papel. Como ele ainda não foi realizado, é um produto imaterial, não pode ser testado antes de ser comprado. É preciso que esta idéia, cheia de energia positiva, apareça, ganhe vida e força para acontecer. Registre-a e mostre-a para que ela vá ganhando presença no inconsciente coletivo das pessoas.

13- Não tenha medo de que seu projeto seja roubado. Perceba que você captou uma idéia que está no subjetivo de todos. Outras pessoas podem captá-la.

14- A apresentação visual do seu projeto é fundamental, assim como a objetividade da sua proposta. Não escreva uma tese. Deixe os textos longos para um segundo momento. Não faça poesia. Não procure mostrar erudição. Ao apresentar uma proposta de um espetáculo teatral, leve sempre o texto da peça numa pasta à parte e saiba perceber o momento propício de apresentá-lo.

15- Não confie muito num patrocinador que estiver interessado apenas em projetos enquadrados nas leis de incentivo e que não deseja nem conhecer o conteúdo do seu projeto. Pode estar certo que mais adiante o seu prejuízo será grande.

16- O boato que corre no mercado de que o patrocinador que utiliza incentivos fiscais é investigado por fiscais da Fazenda é a maior mentira que existe no mercado cultural. É um boato criado possivelmente por quem não gosta de dar incentivos, desconhece o papel social das empresas e cuida apenas do lucro, sem dar qualquer retorno à sociedade que sustenta sua empresa.

17- O caminho consciente para a viabilização de um projeto não é aquele que vai da emoção para o público, do público para mídia e da mídia para o mercado. Este sentido torna seu projeto vazio de conteúdo e identidade. O caminho da arte é duro – parte da emoção, da visão, para o planejamento e depois para o mercado, de forma a despertar a mídia e o público.

18- Todo projeto se viabiliza através de uma Rede de Parcerias. Forme a sua.

19– Para um empresário do tipo “perfeccionista”, saiba que ele vai tentar alterar, mesmo que seja em pequenos detalhes, o seu projeto – de forma que fique como ele gostaria que fosse. Afinal, “quem conhece a empresa é ele”.

20- Não é necessário mudar o conteúdo de um projeto para atender a um patrocinador. As mudanças que podem acontecer referem-se à forma de apresentação do projeto, à inserção de retornos, detalhes do plano de mídia e outros relativos aos interesses diretos do patrocinador – mas nunca interferem diretamente na criação.

21- Coloque sempre no seu projeto esta afirmação: “estamos abertos para discutir outras formas de retorno de interesse da empresa”.

22- Um “captador de recursos” é um péssimo nome dado a um profissional fundamental para viabilizar um projeto. Podemos chamá-lo de “consultor de marketing cultural”, de “engenheiro cultural” ou “assessor de marketing cultural”.

23– Um consultor de marketing cultural pode receber para captar recursos para um projeto até o valor de 10% (em relação ao valor global da produção do projeto), correspondendo ao item “agenciamento”, conforme estabelece a Lei Rouanet. Este percentual acabou se tornando um padrão no mercado, mas, dependendo do trabalho, a negociação é livre.

24- Diante de qualquer projeto que você deseja viabilizar no mercado é necessário perguntar: “O que este projeto tem a ver com a minha trajetória e experiência de vida?” Caso seja realmente vital para você, então com um pouco de conhecimento do mercado, apoio de profissionais e constituição de uma rede de parcerias, com toda certeza ele será viabilizado. Lembre-se que sonhar é construir no futuro.

25- Lembre-se sempre: quando acreditamos realmente em alguma coisa com benefício social, todos colaboram para que ela aconteça.

26- O profissional de marketing cultural e cultural marketing é o artista do mercado. Ele precisa conhecer bem o projeto, os proponentes, artistas, a obra em pauta, as etapas de produção, a mídia necessária e possuir relacionamentos com empresários. Deve estar sempre atualizado com as oportunidades de negócios do mercado. Precisa ler revistas empresariais que falam das questões internas e os produtos de potenciais patrocinadores. Deve conhecer os prazos para apresentação de projetos nas empresas e muito mais. Não é uma pessoa fria, muito pelo contrário: deve ter sensibilidade total – da poesia à lógica de venda.

27– Não se vende um projeto cultural, portanto não há motivo nenhum para você ter trauma de venda. Nós apresentamos um projeto cultural ao mercado. Se um projeto cultural fosse vendido para um patrocinador, ele o levaria para casa.

28- Para um patrocinador emotivo, não se esqueça de dizer que ele será convidado para subir no palco no dia do lançamento do projeto para receber uma homenagem “espontânea” dos artistas. Por mais que ele diga que isto não é preciso, vai gostar da idéia. Agora, para um patrocinador do tipo “auditor”, fechado, nem pense em convidá-lo para aparecer – pois ele quer ficar de longe, observando.

29- É difícil você viabilizar mais de um projeto para uma mesma empresa. Como você levou muito tempo para conseguir entrar lá, não custa nada divulgar os critérios dessa empresa para o mercado.

30- Este é um mercado no qual não se trabalha sozinho. Um projeto cultural na gaveta, dificilmente sai dela por demanda de mercado. Ninguém vai ligar para um poeta perguntando: “Por acaso você tem aí em casa um conjunto de poemas para publicar um livro?” Um projeto acontece através de redes: você envolve com a sua fé uma dezena de pessoas que, por empatia com o projeto, sensibilizam outras, até que uma energia luminosa se condensa numa cadeia produtiva e aí começam as coincidências (que não são coincidências): alguém o procura; uma pessoa que você há muito tempo não vê, telefona; um amigo de infância assume a gerência de marketing de uma empresa patrocinadora e assim vai acontecendo o seu projeto.

31- Nunca despreze sua agenda de telefones, inclusive aquela antiga. Tenha sua agenda organizada, saiba onde estão as pessoas. Crie sua rede de contatos. O Senhor Nélio Botelho, líder dos caminhoneiros, faz uma greve nacional, falando apenas com 150 líderes, que por sua vez mobilizam milhares.

32- Para uma boa prestação de contas ao Poder Público, de um projeto que utilizou as leis de incentivo, é necessário pensar na administração dos recursos desde a elaboração do orçamento. Saiba que a “Consolidação Bancária” (transcrição do extrato da conta do projeto com informações sobre entradas e despesas) é que será avaliada pelos órgãos de governo.

33- A identidade cultural brasileira é o nosso melhor negócio. Projetos neste sentido ganharão força nos próximos dez anos. Toda moeda tem duas faces: a cara e a coroa. A coroa representa os recursos e a cara a nossa cultura e a nossa identidade. Não haverá desenvolvimento sem os dois lados da moeda.

34- Da mesma forma que um artista plástico faz pesquisas de materiais e temas para sua obra, o profissional de marketing cultural e de cultural marketing analisa um projeto e suas possibilidades no mercado.

35- Caso você esteja começando no mercado e pensa que seu projeto, por exemplo, de uma peça de teatro, não será nem analisado por um patrocinador, existem duas saídas. Em primeiro lugar, não tenha este preconceito, pois novos talentos são cada vez mais alvo das empresas patrocinadoras; em segundo, se este for o impedimento, convide um ator ou diretor conhecido para apresentar seu projeto. Escreva na capa “Alberto Roberto apresenta: O Grupo Novo de Teatro” e vá em frente.

36- A melhor época para apresentar um projeto a patrocinadores é de agosto a novembro, período no qual eles estão pensando nos investimentos de marketing que farão no ano seguinte. Embora seja grande o número de empresas recebem projetos ao longo de todo o ano. Saiba qual o melhor período para apresentar projetos a cada uma. Algumas empresas estão passando a receber projetos via INTERNET e outras contratando profissionais do mercado para analisar previamente projetos, segundo critérios pré-estabelecidos. Nunca se esqueça de que cada caso é um caso.

37- A maioria das empresas não possui um Plano de Marketing Cultural ou critérios objetivos de patrocínio. Isto torna o mercado muito aberto. O Perfil de Empresas Patrocinadoras poderá facilitar seu trabalho neste sentido.

38- O mercado cultural ainda é muito desunido – e isto é ruim. Procure formar redes de parceria, precisamos ser mais profissionais, com ética, sem qualquer prejuízo para as obras ou para nossos artistas. Não tenha preconceito quanto ao “mercado cultural” – ele é o lugar onde vendemos ingressos, quadros, livros, buscamos apoios e patrocínios.

39- O mercado cultural vai muito além do que se imagina: ele possui interfaces com o turismo cultural, gastronomia típica, educação, área social, ciência e tecnologia, urbanismo, lazer, saúde, comunicação, artesanato e muitas outras áreas indispensáveis ao desenvolvimento humano, econômico e social.

40- É a falta de cultura que não percebe a importância da cultura no desenvolvimento de um país.

41- A educação ensina a ler e escrever, mas só a cultura ensina a enxergar.

42- Um projeto cultural com interface social pode fornecer ao patrocinador, além de incentivos fiscais, mídia espontânea e benefícios definitivos para as pessoas envolvidas, como o desenvolvimento da criatividade, auto-estima, relacionamento e segurança. Um projeto apenas social não oferece tudo isso e pode cair no paternalismo filantrópico.

43- Patrocinadores da construção civil preferem patrocinar livros sobre os bairros e as cidades onde possuem negócios. Também atuam na restauração de patrimônios históricos. Tais critérios têm coerência. Os livros aproximam a empresa dos moradores e a preservação de patrimônios históricos, além de utilizar os mesmos materiais que eles utilizam na construção (identidade), agregam valores de idade (credibilidade) memória e história às suas marcas.

44- Ao patrocinar novos talentos, uma empresa agrega à sua marca o valor de quem sabe “apostar no futuro”.

45- Algumas empresas preferem o teatro pela possibilidade do marketing de relacionamento, ou seja, poder realizar apresentações fechadas com seus clientes.

46- Muitas empresas escolhem uma área apenas de patrocínio, outras definem um critério para todas as áreas, por exemplo: “projetos que valorizem a identidade cultural do local onde atuam”. Outras partem para grandes eventos de massa. Cada caso é um caso.

47- Um patrocinador do tipo autoritário, daqueles que possuem uma mesa grande com fotos suas e diplomas na parede, antes de ler o seu projeto, vai querer saber quem lhe indicou, que interesses possui nesta pessoa ou instituição. Patrocinará para aumentar seu poder e negócios, ou por uma amizade fiel. Não abaixe a cabeça ao dialogar com uma personalidade autoritária que fala alto e é agressiva. Fale no mesmo tom.

48- Saiba sempre que um “não” ao seu projeto não significa nada; é apenas um sinal corretivo de rumo para uma nova apresentação.

49- Você nunca saberá se um patrocinador vai lhe receber se você não for procurá-lo. Certo?

50- Finalmente, nunca se esqueça: o objetivo maior de um artista é a conquista do seu público. Estude tudo que existe sobre mobilização de pessoas, conquista e fidelização de clientes. Ter público é ter mídia. E se você tiver público e mídia, os patrocinadores baterão à sua porta. Nenhum projeto resiste se depender apenas de patrocínio.

* Fernando Portella é presidente do Instituto Cultural Cidade Viva

FONTE: http://www.marketingcultural.com.br/50dicas_mkt.asp?url=50%20Dicas%20de%20Marketing%20Cultural&sessao=50dicas

5 Dicas de Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas

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Pequenas e Médias empresas podem ser vistas como Grandes e Organizadas Corporações através do uso de ações estratégicas de Marketing Digital. Além, é claro, de ser uma ferramenta perfeita para a captação de novos prospects e clientes. Com a popularização das redes sociais, o marketing digital se tornou ferramenta obrigatória para qualquer tipo de empresa. O grande diferencial é que pequenas e médias empresas possuem a vantagem de implementar projetos com muito mais agilidade e capacidade de adaptação. Esse diferencial faz com que muitas dessas empresas se destaquem no meio empresarial através de cases de sucesso e ações criativas de marketing.

Aqui listaremos 5 dicas para usar o marketing digital combinado com algumas ações de SEO para conquistar novos clientes e admiradores da sua empresa.

1 – Blog
O Blog é a maneira mais fácil de criar e gerenciar conteúdos de qualidade com alta possibilidade de indexação pelo Google. Serve como um “Plus” para o seu site e pode servir como uma rede de captação de novos clientes. Vai uma dica: faça de seu blog uma fonte de informação para que você seja descoberto e adorado pelos clientes. Para isso, entre na cabeça deles e tente imaginar por onde estão navegando ou que tipo de conteúdo estão buscando no Google. Utilize ferramentas como o Google Suggest, Adwords, Google Zeitgeist ou Google Trends. Combinando estas ferramentas com as palavras-chave ligadas ao seu negócio, você descobrirá o que está na “boca do povo”, ou melhor dizendo, o que as pessoas estão buscando a respeito do seu negócio. Faça posts interessantes para o seu público e se deixe ser encontrado.

2 – Newsletter e Email Marketing
Newsletters ou Email Marketing são ótimas ferramentas para você aguçar diariamente o desejo de consumo dos seus clientes. Existe uma corrente que minimiza o valor desse tipo de mídia, mas não se iluda pelo negativismo! Email Marketing funciona! E como funciona! Mas, como todo tipo de mídia, você precisa estabelecer uma frequencia certa. Evite enviar emails com larga diferença de tempo. Mas também não seja chato a ponto de enviar dois a três emails por dia. Estabeleça um padrão para o seu negócio. Evite comprar listas no mercado negro ou de fontes duvidosas. Essas listas poderão fazer com que a imagem da sua empresa fique queimada, e seu email provavelmente entrará nas listas ANTI-SPAMS (o SPC/SERASA dos servidores de Email).

Veja o que não pode faltar em seu e-mail marketing:
– Uma promoção atrativa.
– Preço competitivo.
– Facilidade de pagamento.
– Fotos e layouts bonitos e atrativos.
– Diferencial competitivo: ofereça um brinde ou um serviço a mais para que você se destaque frente aos seus concorrentes.

3 – Redes Sociais
Virou modismo: toda empresa tem que estar no Facebook e no Twitter. Concordo. Porém, antes de sair cadastrando sua empresa em duzentos sites diferentes de redes sociais ao redor do mundo, pense exatamente na finalidade dessa ação. E na verdade não existe outra: ficar próximo dos seus clientes, e quem sabe ampliar seus contatos e número de seguidores. Agora pense em sua estrutura. Você realmente tem tempo de responder ou interagir em tempo real com seus clientes em todas as redes sociais? Provavelmente não. A regra é clara: entre em uma rede social somente quando você tiver tempo e condições de atuar o tempo todo. Não entre por modismos ou apenas para dizer que está presente, pois na prática, não estará. Se possível, recorra a um profissional qualificado. Em geral são muito experientes e poderão te auxiliar na elaboração de um planejamento de atuação adequado para o seu negócio.

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4 – Resource Center ou Help Desk
Ainda não muito populares por aqui, o Help Desk é uma ferramenta muito explorada nos Estados Unidos. Os mais conhecidos são o Zendesk e o Kayako. Através deles, seu cliente terá acesso a toda informação de uso ou compra de produtos no seu site, informações relacionadas ao seu produto ou serviço, formas de pagamento, entregas e devoluções. Funciona praticamente como um self-service de informações relacionadas ao seu negócio. Em geral são recheados de perguntas e dúvidas mais frequentes, fáceis de serem identificadas pelos usuários. O Help Desk é facilmente configurado e certamente desafogará o seu serviço de tele-atendimento, fazendo com que seu custo com atendimento despenque. No Brasil, empresas como a Netimovies, a Rint ou o Moip, usam e abusam desse serviço. Outra vantagem é que o conteúdo publicado é facilmente indexado pelos mecanismos de busca.

5 – Google Adwords (Links Patrocinados) e Sites comparadores de Preço
Os Links Patrocinados são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado direito do Google assim que você faz uma pesquisa. Os resultados são sempre relacionados ao tema da busca. Da mesma forma, você poderá definir o seu público-alvo, selecionando as palavras-chaves mais adequadas ao seu produto ou serviço. O anunciante paga apenas quando seu anúncio é clicado. O valor do clique (CPC – Custo por Clique) é definido através de vários fatores que envolvem a qualidade do anúncio, as palavras-chaves escolhidas e uma série de outras métricas definidas pelo Google. Além disso, você poderá regionalizar sua campanha e até mesmo definir o orçamento diário.

Por outro lado os sites comparadores de preços coloca você ao lado dos seus concorrentes. Em geral, o CPC (custo por clique) é bem mais elevado que o Google Adwords, porém com a possibilidade de comparação instantânea de preços, formas de pagamentos e entrega. Se você deseja colocar sua marca ao lado de marcas famosas e consagradas, esta é sua chance. Porém, vá com cuidado. Ter o melhor preço não é garantia de venda. Além de preço, ofereça ao seu cliente formas de pagamento diferenciadas, brindes, enfim… qualquer diferencial que destaque você dos grandes varejistas. Muitos clientes pagam mais caro só para comprar de uma marca famosa e de confiança inquestionável.

Por isso, prepare sua retaguarda, oferecendo informações claras e precisas sobre a política de segurança, prazos e garantia de entrega dos seus produtos. Busque qualificação através do selo do E-bit e claro… cumpra com seus prazos corretamente.

FONTE: http://www.mercadoecommerce.com.br/5-dicas-de-marketing-digital-para-pequenas-e-medias-empresas/

40 Dicas de Marketing de Baixo Custo.

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1. Divulgue seus Pontos Fortes. Muitas empresas não percebem que já têm em mãos um material eficiente para melhorar o seu marketing. Elas possuem características que as diferenciam no mercado, mas não as ressaltam em sua comunicação. A Artmix, empresa paulista que vende e personaliza capacetes desde 1986, conseguiu dar novo gás aos negócios quando, em 2006, resolveu valorizar a segurança oferecida por seus produtos, entre outras ações. ‘Somos distribuidores exclusivos no Brasil da Arai, a melhor marca mundial de capacetes’, diz Bruno Theil. Deu tão certo que, em 2008, as vendas da Artmix aumentaram 10%.

2. Seja Único. Eis uma alternativa para você mostrar que a sua empresa não é apenas mais uma no ramo: venda produtos com a sua própria marca. Quem não dispõe de estrutura para isso pode optar por terceirizar a fabricação. Vale, por exemplo, para quem vende cosméticos, roupas e alimentos. É fundamental contar com fornecedores de confiança e usar matéria-prima de qualidade.

3. Promova Atividades Externas. Desde 1998, quando montou a Blue Bike, loja paulistana de bicicletas e acessórios para ciclistas, o empresário Marcelo Jorge promove semanalmente passeios ciclísticos. Um vez por mês, a turma faz trilhas em cidades vizinhas. ‘Chego a reunir 500 pessoas de cada vez. Tem sempre gente nova no grupo e a maioria vira cliente’, diz.

4. Acredite no Marketing de Guerrilha. A ideia é criar ações chamativas que causem impacto no dia-a-dia das pessoas. Um exemplo foi a tática desenvolvida pela agência ABCZ para a marca de calçados Senso Shoes. Durante uma semana, cinco lindas modelos passearam pelas ruas próximas a duas lojas da marca em São Paulo. Elas carregavam sacolas enormes com o logo da Senso Shoes e calçavam os sapatos da nova coleção da grife. Custo total: R$ 10.000. ‘Foi uma excelente relação custo-benefício, já que as vendas aumentaram 47% e não caíram mais’, diz Roberto Calderón, da ABCZ.

5. Utilize as Redes Sociais. As comunidades, sites, blogs e fotologs permitem que as empresas interajam com os consumidores. Sem gastar um tostão, você pode saber quais dos seus produtos e serviços fazem mais sucesso e divulgá-los na rede. Lembre-se de que o Brasil tem a maior média de usuários da internet no mundo, com 59 milhões de pessoas conectadas. E muitas costumam espalhar pela rede a sua opinião sobre as marcas que lhes agradam ou decepcionam.

6. Recorra à Blindagem. A expressão pode parecer estranha, mas é comum no mundo do marketing. A tática consiste em aproveitar o contato com porteiros, seguranças e recepcionistas de prédios comerciais ou de condomínios onde a empresa faz entregas para se informar sobre as preferências dos consumidores que frequentam o local. ‘O segredo está em saber ser simpático e comunicativo’, diz Roberto Calderón.

7. Envie Mensagens de Texto. O Brasil tem mais de 143 milhões de celulares. Por isso, o envio de SMS, os famosos torpedos, é um meio de alcançar um número grande de clientes potenciais. Além da taxa de adesão, em torno de R$ 1.500, a empresa usuária paga à integradora (empresa que desenvolve o software usado no sistema e faz a ponte com as operadoras) valores proporcionais ao tamanho das mensagens enviadas. Um texto de 150 caracteres, por exemplo, custa entre R$ 0,20 e R$ 0,30 por assinante. É possível escolher apenas um grupo de assinantes, de acordo com o perfil almejado.

8. Faça sua Campanha por E-mail. Para ser eficiente, uma campanha de e-mail marketing deve levar em conta o perfil do público-alvo e, com uso de muita criatividade, nunca abusar da paciência dos internautas para ler e-mails comerciais. ‘Deve-se observar as regras de privacidade e de boas maneiras’, diz Walter Sabini, presidente da Virid Integridade Digital, empresa especializada no assunto.

9. Coloque Filmes na Internet. Que tal inserir vídeos sobre o negócio, gratuitamente, em sites como You Tube ou Google Vídeo? A escola de cabeleireiros Fernando Alves Hair Academy vem conseguindo bons resultados com essa estratégia. ‘Publicamos, semanalmente, vídeos com trechos dos nossos cursos’, diz o gerente de marketing, Cesar Silveira. ‘Temos uma média de 8.000 acessos por mês, que rendem mais de 50 inscrições mensais’.

10. Pegue Carona nas Grandes Marcas. Fornecedores de bebidas e alimentos costumam oferecer apoio para que os estabelecimentos comerciais adquiram uniformes, refrigeradores, mesas e cadeiras em troca de estampar suas marcas nesses produtos. É uma forma de baratear o investimento no ponto comercial e veicular o nome do negócio ao lado do de uma grande marca.

11. Divulgue as suas Conquistas. Todo prêmio ou reconhecimento recebido pela empresa deve ser alardeado. Se a divulgação for dirigida a um público selecionado, melhor ainda. ‘Um restaurante que ganha um título em um concurso da região pode convidar um grupo de clientes assíduos para a degustação de um prato’, sugere Roberto Calderón, da ABCZ.

12. Leve o Público Para Dentro da Empresa. A escola de cabeleireiros Fernando Alves Hair Academy promove palestras para internautas que solicitam informações sobre as aulas. ‘Cada palestra reúne 50 pessoas. Pelo menos cinco se tornam alunos’, afirma o gerente de marketing, Cesar Silveira.

13. Tire Proveito do Cadastro. Ao ser tratado pelo nome, receber um brinde ou ganhar um desconto, o cliente tende a se tornar fiel, dizem os especialistas. Para colocar essa ação em prática, é preciso manter o cadastro atualizado. Assim, a cada novo atendimento, o vendedor saberá com que frequência a pessoa compra, quanto costuma gastar e que tipo de mimo merece.

14. Atraia Celebridades. Os cartazes de teatro exibem nomes de lavanderias, academias e restaurantes, entre outros negócios. Para fazer a divulgação, nem sempre as empresas precisam investir. Muitas vezes fazem permuta com os responsáveis pelo espetáculo. Em troca da publicidade, os atores e a equipe de produção da peça podem usar, de graça, seus produtos e serviços. Celebridades não pagam, mas atraem clientes. Ou seja, ganho duplo para você, que divulga a sua marca e fica com a casa cheia.

15 . Fixe a Sua Marca. A distribuição de brindes úteis, a clientes potenciais bem selecionados, causa ótima impressão. Quem oferece ginástica laboral, por exemplo, pode imprimir seus dados de contato em bolinhas de massagem terapêutica e distribuí-las às áreas de RH de empresas. ‘É possível gastar menos de R$ 10 com cada bolinha, incluindo o envio pelo correio’, diz Roberto Calderón, da ABCZ.

16. Apareça nos Links Patrocinados.Para anunciar em sites de busca, como o Google, a empresa precisa comprar um pacote de créditos cujo valor varia de acordo com o tipo e a quantidade de palavras-chave escolhidas. Os débitos ocorrem na medida em que os internautas acessam a página da empresa. De acordo com a Webvisão, prestadora de serviços na área, o custo de cada clique varia de R$ 0,30 a R$ 0,80.

17. Anuncie em Mídias Alternativas. Em vez dos tradicionais jornais, revistas, rádio e TV, é possível colocar um anúncio publicitário em veículos (como vans e táxis) ou em bares e restaurantes. De acordo com os profissionais do ramo, o ideal é planejar ações focadas em determinado público e numa região específica. No caso dos carros, dá para imprimir um adesivo por R$ 100 e pagar R$ 500 mensalmente ao motorista.

18. Invista nas Parcerias. O restaurante francês Chef Rouge tem duas unidades em São Paulo. Numa delas, há uma sala de eventos que acaba de ser reformada. Quem bancou o investimento foi a Moët & Chandon, marca de champanhe servida na casa. O espaço foi decorado com fotos de celebridades saboreando a bebida. ‘Mais charmosa, a sala certamente atrairá mais clientes’, prevê a dona do restaurante, Vanessa Fiuza, acostumada a firmar parcerias com outras marcas para implementar ideias de marketing.

19. Seja seu Próprio Garoto Propaganda. Apesar de ficar na região oeste de São Paulo, o ateliê de sapatos da empresária e designer Priscila Callegari atrai clientes do outro lado da cidade. O segredo? Ela circula por toda São Paulo usando suas próprias criações.

20. Facilita e Vida dos Clientes. Quanto mais serviços para agradar ao cliente, maiores as chances de fidelizá-lo. Há restaurantes que criam um espaço para a criançada brincar. Enquanto os pimpolhos se divertem com os monitores, os pais ficam mais tempo à mesa. E consomem mais.

21. Adicione Serviços. É possível adaptar para diferentes negócios uma tática adotada por salões de beleza: a organização de reuniões para ensinar as clientes a usar um novo creme ou maquiagem. Em geral, a ação tem apoio dos fabricantes dos produtos em questão.

22. Aproveite as Datas Comemorativas. Existem quase cem datas que servem de pretexto para ampliar as vendas, de acordo com o consultor de marketing do Sebrae João Abdala. ‘No dia dos enfermeiros, comemorado em 12 de maio, uma loja de roupas ou de calçados pode fazer promoção para esse público’, exemplifica.

23. Ouça os Clientes Antigos. Ao ouvir a opinião de quem já compra seus produtos e serviços, você obtém informações que ajudarão no aprimoramento do negócio e também mostra que está atento ao que o consumidor tem a dizer. Mas não se esqueça de mantê-lo informado sobre as sugestões implementadas.

24. Estimule o Boca-a-Boca. A maioria dos consumidores confia mais na recomendação de um conhecido do que em um anúncio. Oferecer serviços e produtos de qualidade a preços competitivos é indispensável para que a fama da sua empresa corra solta. Além disso, você pode dar descontos a clientes antigos que indicarem novos.

25. Sonde o Terreno. Colocar o cliente para atuar como pesquisador da sua empresa é uma boa opção. ‘Ao trazer informações úteis sobre o gosto de seus vizinhos ou colegas de trabalho, ele pode ser recompensado com descontos ou brindes’, sugere Roberto Calderón, da agência ABCZ.

26. Crie um Ambiente Agradável. Uma boa combinação de aromas estimula os clientes a ficarem cerca de 15% mais tempo dentro de um ponto comercial, segundo pesquisas. Por isso, muitas lojas mandam fazer seus próprios aromas. É possível encomendar uma fragrância para uma loja ou show room a partir de R$ 2.500.

27. Faça Liquidações. Os dias de menor movimento são ideais para promoções. ‘A estratégia ajuda a aumentar as vendas, desde que o empresário saiba calcular os custos da promoção em relação ao retorno’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

28. Ofereça Amostras Grátis. A degustação de produtos em pontos-de-venda ou em locais de grande movimento é uma ação bastante usada pelas empresas de alimentos. Mas a tática de dar amostras grátis também funciona para quem oferece serviços, como uma clínica de massagens terapêuticas.

29. Mime o Cliente. Aquele chocolate ou o copo de água que acompanha o cafezinho fazem toda a diferença para fidelizar clientes. Mesmo que o preço do café seja um pouco superior ao da concorrência, o consumidor terá vontade de voltar por conta do diferencial oferecido, de acordo com o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

30. Vista o Cliente com a Sua Marca. Os ciclistas que participam de quatro passeios consecutivos da loja de bicicletas Blue Bike ganham camisetas. O primeiro lote, de 50 peças, saiu por R$ 2.000. Metade desse valor foi pago pela loja e a outra metade, pela Epson. É que um dos ciclistas do grupo é gerente de vendas da empresa.

31. Capriche no Som. Trilha sonora, usada como som ambiente, ajuda a atrair clientes para o estabelecimento. Para que a tática seja eficiente, é preciso selecionar cuidadosamente as músicas e o volume do som conforme o perfil do público. Uma dica: som de rock combina perfeitamente com um varejo de artigos para surfe.

32. Transforme o seu Estabelecimento em Local de Eventos. Seu estabelecimento pode servir também para reunir clientes e seus amigos. Há lojas de lingerie que promovem eventos como despedida de solteira ou ‘chá de lingerie’ e algumas revendas de artigos de cozinha cedem espaço para que os chefs de fim de semana mostrem seus dotes aos mais próximos.

33. Abrace a Comunidade. Se a sua empresa fica em um bairro de baixo poder aquisitivo, você pode promover partidas de futebol para jovens e crianças ou oferecer aulas de tricô e de bordado para as mulheres. ‘Sempre que possível, deve-se dar preferência a moradores da região nas contratações’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM. ‘Isso estimulará os vizinhos a falarem bem da empresa’.

34. Dê Atenção ao Pós-Venda.O hábito de telefonar para o cliente perguntando se ele está satisfeito com o produto que comprou e se foi bem atendido ajuda a valorizar a imagem da empresa. Mas é fundamental estar preparado para tomar providências rápidas em caso de reclamação ou se for preciso trocar um produto.

35. Lembre-se do Velho Folheto. O material tem de ser produzido com linguagem objetiva e distribuído por mensageiros selecionados. Por exemplo, se os clientes potenciais forem adolescentes, alunos de uma escola próxima podem distribuir os folhetos, diz Roberto Calderón, da agência ABCZ. ‘Como recompensa, a empresa pode oferecer descontos ou brindes’.

36. Incentive os seus Vendedores. A competição saudável entre os vendedores ajuda a tornar o trabalho mais dinâmico e estimula os funcionários. Há espaço para inúmeras estratégias, como a distribuição de pequenos prêmios para quem vende a maior quantidade de itens ou o produto mais caro do dia. Não esqueça, claro, de manter a infalível comissão sobre as vendas.

37. Crie um Slogan Para os E-mails. Pense em uma frase, acrescente ao seu logo e passe a anexar essa marca registrada a todos os seus e-mails. A estratégia, de custo zero, contribuirá para consolidar a sua marca. Tome cuidado, porém, para não criar textos longos com imagens carregadas demais.

38. Atraia os Clientes com Concursos. Criar concursos é uma boa forma de atrair e interagir com o consumidor. Defina um valor mínimo de compra que dará direito a um cupom para que o cliente responda a uma pergunta – de preferência relacionada ao seu negócio – e deposite numa urna. O sorteado ganha um produto ou serviço vendido ali mesmo.

39. Ganhe Projeção na Mídia. Para ganhar respeito e visibilidade, você tem a opção de escrever artigos para publicações dirigidas ao seu público-alvo. Outra saída é oferecer-se como fonte para reportagens sobre o seu setor. Pode ser em jornais e revistas de bairro ou de associações de moradores.

40. Planeje Promoções Relâmpago. Grandes redes de supermercados, como o Wal-Mart, costumam fazer liquidações instantâneas. Pelo sistema de som interno, um funcionário anuncia, de tempos em tempos, as promoções que duram poucos minutos. A tática pode ser copiada por pequenos comerciantes. ‘Mas tudo tem que ser bem planejado para não gerar prejuízo’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

FONTE: http://thinkoutsidebr.wordpress.com/2009/09/20/40-dicas-de-marketing-de-baixo-custo/

Confira 3 dicas para saber a duração ideal de um vídeo de treinamento

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FONTE: http://sambatech.com/blog/

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Você certamente já ouviu que um discurso deve ser como um biquíni: curto o suficiente para prender a atenção, mas com comprimento capaz de cobrir o essencial. Com os vídeos acontece a mesma coisa. E a duração é um dos fatores essenciais para seu sucesso. Sem dúvida você já saiu do cinema achando que o filme poderia ter uns 20 minutos a menos. Também já compareceu a uma aula com um professor apressado e hiperativo da qual todo mundo saiu sem entender nada. Você não quer que nenhuma dessas situações aconteça com seus funcionários ou clientes, certo?

Confira três orientações para saber a duração certa dos seus vídeos de treinamento.

1 – Saiba a duração antes de gravar

O diretor de cinema e o produtor de televisão saem a campo com uma ideia aproximada do tamanho do produto final. Na ilha de edição, o vídeo pode diminuir ou esticar em alguns minutos ou segundos, mas isso não importa se a gravação for pensada na escala certa. Não adianta pensar que uma aula que, presencialmente, dura 50 minutos pode ser simplesmente editada num vídeo de 3 minutos.

Uma boa forma de manter o vídeo de treinamento no tamanho certo é incluir uma introdução (pense nos vídeos do Telecurso 2000), do tipo: “neste vídeo você vai aprender que…” e enunciar de uma a três lições.

Vale conferir: Como encantar seu espectador nos primeiros 20 segundos. 

2 – Pense se a instrução é repetível

Um dos vídeos mais populares da internet, ensinando a dar um nó de gravata, tem menos de dois minutos de duração. Muito provavelmente você não conseguirá fazer o nó ao fim da primeira visualização. Mas o vídeo tem o grande mérito de ser um professor com paciência infinita, que pode ser repetido inúmeras vezes. Se seu vídeo de treinamento serve para desenvolver algo específico, com começo, meio e fim, faça-o bem curto e deixe o aluno repetir se precisar. Um exemplo: um curso sobre um programa de planilhas (como o Excel) pode ter dez vídeos de até dois minutos, cada um ensinando uma pequena tarefa.

Isto também pode lhe agradar: Como entender (e melhorar) a retenção do seu público em vídeos online

3 – Faça um replay nas instruções complexas

O dançarino Robert Taylor Jr. ensina como dançar a primeira parte da coreografia de “Billie Jean”, um dos grandes sucessos de Michael Jackson. O vídeo mostra apenas os 30 primeiros segundos da música, antes de Michael sequer começar a cantar. E são vários e vários movimentos ao mesmo tempo. Quanto tempo dura o vídeo? Quase 4 minutos. É oito vezes o tempo que leva para se executar a coreografia perfeitamente, mas mesmo um estudante de dança precisará ensaiar muitas vezes antes de poder fazer os movimentos com alguma competência.

Um dos méritos do vídeo de Robert é parecer-se com uma aula de dança normal, com repetições pausadas e explicações. Mas ele sabe que não precisa forçar a barra e falar a mesma coisa 20 vezes, porque no mundo dos vídeos de treinamento cabe ao aluno dar o replay.

(Faça o download gratuito do White Paper “Como economizar no treinamento corporativo com vídeos online. Link direto abaixo)

Tenha em mente a complexidade do treinamento que você quer passar e leve isso em conta ao determinar a duração do seu vídeo. Não se preocupe em repetir várias vezes o mesmo passo. Ao se depararem com instruções mais complicadas, quem estiver assistindo pode repetir aquele pedaço até compreender o que precisa ser feito.

Como entender (e melhorar) a retenção do seu público em vídeos online

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FONTE: http://sambatech.com/blog/

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É muito bom ter um grande público presente à sua palestra, mas melhor ainda é que as pessoas prestem atenção no que você fala. Da mesma forma, é ótimo quando seu vídeo atinge um grande número de visualizações, e é mais satisfatório quando a maior parte da audiência assiste até ao final. Neste post vamos falar como entender melhor a retenção do público dos seus vídeos – com a intenção, claro, de melhorá-la.

Vamos por partes

Já falamos neste blog sobre as métricas que você deve acompanhar para saber se seus vídeosdão resultados. Uma delas é a retenção, sobre a qual vamos nos concentrar. A retenção nos informa em que momento o usuário abandona seu vídeo. Os que não abandonaram, claro, são os que assistiram até o fim.

O gráfico de retenção do seu vídeo dificilmente terá a forma de uma linha reta, como a hipotenusa de um triângulo retângulo. Na verdade ele se parecerá mais com uma escada, com quedas “súbitas” ou bem definidas. Pela nossa experiência, são três degraus mais importantes: o nariz (os primeiros 2% do vídeo), o corpo (os 96% no meio) e a cauda (os últimos 2%). Vamos analisar um por vez.

Vale conferir: Como aumentar a audiência dos seus vídeos online [Infográfico]

O início…

O nariz é formado pelos primeiros 2% do vídeo. A queda de retenção aqui significa que o público se desinteressou imediatamente (confira apresentação). É interessante notar que a taxa de desistência é bem maior nos vídeos mais compridos do que nos curtos. Segundo pesquisa recente, ela é de 17% nos vídeos de 5 a 10 minutos e de 5% nos que duram 1 a 2 minutos.

…e o meio

O corpo é a “sustância” do vídeo, os 96% no meio. Em qualquer caso, seu vídeo sempre pode se beneficiar de uma edição mais ágil. Pense numa matéria de um programa como o CQC no qual o repórter entrevista cinco pessoas famosas. A solução mais preguiçosa seria mostrar trechos das cinco entrevistas na ordem: A, B, C, D, E. Mas, sem alterar a duração total do vídeo, os editores “sacodem” as conversas de modo que a matéria “vai e volta”, por exemplo: A, B, C, A, D, B, E, C. Pense em como você pode fazer isso na sua mensagem.

…o fim…

Estamos chamando de “cauda” os 2% finais do seu vídeo. Aqui há outra queda, em parte porque as pessoas têm péssimos hábitos. Pense bem. Até hoje, em qualquer filme da Marvel, ainda tem gente que pula da cadeira do cinema imediatamente após o que pensam ser o final, mesmo que as luzes da sala nem tenham sido acesas! Chegamos em 2014 e existem pessoas que ainda não sabem que todo filme da Marvel tem cenas depois dos créditos. Imagine então a motivação delas para ver aquele trechinho final do seu vídeo.

E então, achou didático irmos por partes na hora de entender a audiência do seu vídeo? Conte para a gente algum case de como você melhorou a retenção depois de descobrir onde estava o problema.

6 dicas para fazer um bom vídeo de demonstração de produto

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FONTE: http://sambatech.com/blog/

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Um vídeo de demonstração de produto é uma das melhores e mais eficazes ferramentas de marketing, mas exatamente por causa da força dessa mídia, também pode ser um desastre e virar piada nas redes sociais.

Para o post de hoje, vamos nos referir sempre ao mesmo (e ótimo) exemplo: o case da Crabby Wallet, um grande sucesso do Kickstarter. A meta de crowdfunding, de 10 mil dólares, foi ultrapassada em várias vezes e a arrecadação chegou a mais de trinta vezes o valor. Vamos aprender com ele.

Caia na real

A demonstração do produto tem antes de tudo de convencer a você mesmo. Copiar o formato daqueles vídeos dublados de propaganda americana, com seus sorrisos forçados e promessas incríveis, não dará certo (exceto talvez numa paródia muito bem-feita). Na hora de ler o texto, pode ser melhor saber os principais pontos e falar de forma natural do que seguir o roteiro à risca.

Observe no vídeo da Crabby Wallet como o criador, Ryan, está obviamente orgulhoso de sua criação, mas não a considera a oitava maravilha do mundo.

Você pode gostar: Como os vídeos online podem ajudar a alavancar o meu e-commerce? [White Paper Grátis]

Mantenha a coisa simples

Steve Jobs não vendeu milhões de iPods falando das especificações do hardware, de quantos gigabytes tinha a memória ou da portabilidade do produto. Ele tinha uma frase simples: “mil músicas no seu bolso”. Mantenha este objetivo: seu vídeo deve ser compreensível por um aluno de quinta série. Evite jargões e aproxime seu produto do cotidiano.

No vídeo da Crabby Wallet, uma pequena animação com um ratinho e um caranguejo mostra de forma bem didática o que é o produto: uma carteira bem fina para levar pouca coisa.

Seja breve

O super sucesso da Crabby Wallet foi conquistado com um vídeo de menos de três minutos.  Vídeos com essa duração estão entre os mais consumidos na internet. São fáceis de serem assistidos no celular entre uma tarefa e outra. Se sua mensagem é clara e está ligada ao cotidiano, não há razão para enrolar. Como se não bastasse, lembre-se que os comerciais de televisão têm quase todos 30 segundos.

Vale a leitura: Video e-commerce: uma poderosa ferramenta de conversão

Seja claro

Não “metralhe” um monte de informação antes de acabar o tempo do vídeo. Sua mensagem deve ser clara, e isto significa que seu vídeo de demonstração não pode ter mensagens demais.

Seja profissional

Todas as regras que valem para vídeos na internet de forma geral – seja de humor, uma aula, um treinamento – valem para as demos de produtos. O vídeo deve ter boa iluminação, ser gravado em 16 x 9 (não existe mais motivo para fazer em 4 x 3), ser editado em um bom programa e ter boas trilhas e vinhetas.

Seja honesto

Por último fica a regra mais importante. Se as pessoas já assistem a propagandas com um pé atrás, ficam ainda mais desconfiadas ao ver uma demo de produto. Ninguém achará que o que você oferece é perfeito. Manter uma atitude bem-humorada e não dourar a pilula são fundamentais não apenas para convencer novos consumidores, mas para garantir sua satisfação no longo prazo.

Como transformar seu vídeo em viral

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videoviral2-06Existe fórmula garantida para o sucesso? É possível seguir uma receita para fazer seu vídeo incendiar as redes sociais e atingir o sonhado status de ‘viral’? Nem o mais experiente produtor de cinema ou a mais poderosa emissora de televisão acertam sempre. Ainda bem, porque é isto que permite a qualquer um fazer, até por acidente, um vídeo viral. E como os vídeos em breve responderão por mais de 80% do tráfego na internet, há muito dinheiro a ser feito nesse mercado. Confira algumas dicas para gravar o próximo sucesso.

>> Veja o artigoConteúdo, tecnologia e a viralização de vídeos na internet

1. Saiba que só existe viral se for “logo de cara”

A difusão de seu vídeo tem que ser muito rápida, enquanto ele ainda é novidade. Pesquisa da empresa de marketing Unruly mostra que mais de 40% do compartilhamento de um vídeo ocorre nos três primeiros dias. A curva hoje é mais aguda em relação a 2013, ou seja, a ‘viralização’ ficou ainda mais concentrada logo após a estreia. Um vídeo viral não é como uma queimada na floresta, que se espalha lentamente e de repente ganha terreno; nem se parece com aquele blockbuster do James Cameron que fica meses em cartaz. Ao contrário, o viral parece cada vez mais com o meme do momento, discutido intensamente e rapidamente abandonado. Ou estoura de uma vez, ou é melhor partir para o próximo vídeo.

2. Faça algo espontâneo

Muitos dos virais mais bem-sucedidos foram gravados em casa ou na rua em momentos espontâneos, envolvendo pessoas totalmente desconhecidas ou crianças em situações divertidas. É o caso de David After Dentist e Three Random Guys. Evidentemente, você não pode planejar fazer algo espontâneo (seria uma contradição em termos). Mas se seu vídeo tiver a mesma energia de algo espontâneo, pode agradar a muita gente.

3. Conte uma história

Não é possível viralizar apenas atraindo público. É fundamental que quem assista queira compartilhar – são eles quem vão divulgar seu vídeo. Para isso é preciso que seu vídeo seja um produto pronto, bonito, do qual as pessoas tenham certo orgulho em mostrar em suas timelines. A forma mais fácil de fazer isso é contar uma história fechadinha, com início, meio e fim. “O Último Jogo” da Nike conta a história de uma distopia na qual os jogadores de futebol são substituídos por clones perfeitos, e claro que cabe a nossos ídolos derrotá-los.Johnny Express é a fábula de um entregador de pacotes do futuro. Todos gostamos de histórias e queremos contar para os outros as melhores.

>> Não deixe de conferirPorque você deve apostar em storytelling na hora de produzir seus vídeos

4. Apele para algo já famoso

Uma paródia, versão, videoclipe ou ilustração de algo que já é famoso tem grandes vantagens na hora de viralizar. Você pode filmar um personagem de filmes numa estação de trem. Imaginar como seria na vida real uma corrida de Mario Kart. Ou bolar um videoclipe para uma música antiga. O produtor Andrew Lloyd Webber ganha a vida assim, fazendo musicais a partir de histórias que já existem, sejam da Bíblia (Jesus Cristo Superstar), de livros do começo do século XX (O Fantasma da Ópera) ou da história real (Evita). Também faz parte dessa dica um truque muito usado (não à toa) na TV: traga uma pessoa famosa para o seu vídeo.

>> Você também pode gostarVeja como ficou o Harlem Shake da Samba

Bom, essas são as formas mais bem-sucedidas para fazer um viral. Que acha delas? Deixe seu comentário e compartilhe!

Saiba quais são os riscos que sua empresa corre ao subir um vídeo no YouTube

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Há várias boas razões para não escolher o YouTube como única opção para hospedagem e distribuição dos vídeos da sua empresa. Apesar de ser um site grande, confiável e gratuito, nem sempre o caminho mais conhecido é o mais adequado.

Produtores de vídeos precisam entender como e quando utilizá-lo dentro da sua estratégia de vídeos online e também em que momento é necessário optar por uma plataforma profissional. Pensando nisso, preparamos um post com os principais riscos que a sua empresa corre ao usar o YouTube para hospedagem de vídeos. Confira!

Perder força de monetização e clientes em potencial

A maior parte das pessoas vai ao YouTube para conferir videoclipes, esquetes de humor e vídeos de gatinhos. Os hábitos contam muito na internet, e a maioria dos usuários não têm o hábito de usar o YT para conferir conteúdos tão específicos sobre empreendedorismo, esportes ou educação, por exemplo.

Ter uma boa estratégia de posicionamento do seu site para torná-lo referência em determinado tipo de conteúdo é o caminho ideal para ganhar audiência qualificada e lucrar com vídeos online. Quanto mais você conseguir fortalecer a sua marca e se tornar referência na web, maior o potencial de monetização dos seus vídeos via publicidade. Anunciantes gostam de audiência segmentada e conteúdo Premium. E confiar apenas no YouTube para os vídeos da sua empresa pode passar uma falsa sensação de que eles estão atraindo o máximo de tráfego possível (afinal, estão no maior site de vídeos), mas não é bem assim. Talvez essa não seja a audiência que você esteja buscando e tão pouco a lucratividade ideal do seu conteúdo.

Dica da Samba #1: Utilize o YouTube para publicar vídeos teaser e atrair visitantes para o conteúdo publicado em seu site via plataforma profissional. Esta é a melhor opção para gerar mais audiência e ter uma alta lucratividade com seus vídeos.

Não medir os resultados dos vídeos

Costuma-se dizer que você recebe pelo que paga, então o serviço grátis dificilmente é o melhor. O YouTube fornece aos seus usuários um número muito limitado de informações sobre o desempenho dos vídeos, como uma estimativa dos minutos assistidos e das fontes do tráfego. Plataformas com fins mais profissionais conseguem fornecer o número exato de minutos assistidos, a porcentagem de pessoas que assistiram até o fim, se elas viram de novo e os lugares específicos onde o vídeo foi visto. Essas informações são fundamentais no seu plano de negócios e na sua estratégia de marketing de conteúdo.

Dica da Samba #2: Saiba quais são as 7 métricas que você deve acompanhar em sua estratégia de vídeos online.

Trabalhar para os outros

Como quase todos os serviços gratuitos, o YouTube vive de anúncios. Se seu vídeo for uma ferramenta promocional, os usuários assistirão a outro anúncio antes. Para um vídeo que você planeja viralizar e que seja compartilhado por todo mundo (o que nunca é garantido), o conhecido YouTube pode ser a melhor opção. Mas para ter mais controle e garantir que seu conteúdo não gerará renda e visualizações para outras empresas, uma solução profissional é mais acertada.

Dica da Samba #3: Com os vídeos no seu site fica mais fácil entender melhor a sua audiência e criar estratégias de relacionamento com ela. Uma solução profissional como o Samba Videos pode ajudar nesta estratégia, permitindo a criação de campanhas para coleta de emails no player. Clique aqui e conheça a feature “Coletor de Leads”.

Perder parte da força da sua marca

Todo vídeo carregado no YouTube terá o logo preto e vermelho do site. Pior ainda, ao final aparecerão os “vídeos recomendados”, sobre os quais você não tem controle algum. Um vídeo sobre sua marca de pasta de dentes pode incluir ao final um link para o vídeo da concorrente. O algoritmo não é seu e você não pode reclamar, afinal não está pagando. Como já dissemos aqui, é interessante construir um canal de relacionamento próximo ao seu público. Para que seus vídeos agreguem valor à sua mensagem é preciso uma ferramenta que permita casar sua estratégia de comunicação à forma como eles serão distribuídos.

Dica da Samba#4: Crie um media center bem atraente e configure o player com as cores da sua empresa. Esta é a melhor solução para fortalecer a sua marca. Veja abaixo o case do portal Minha Vida.

minhavida

Ficar na mão

Sabe quando o Gmail, o Twitter ou o Facebook mudaram de layout e você não gostou? Pois é. Não há nada que você possa fazer, já que os serviços são gratuitos. Tornar-se cliente faz toda a diferença na forma como você é tratado. Plataformas profissionais valorizam seu feedback e suas demandas e estão sempre prontas para te atender. Considere dar mais atenção a quem quer dar atenção a você.

Entendeu quais são os ricos de subir os vídeos da sua empresa em uma plataforma gratuita como o YouTube? Caso tenha mais algum risco que não foi falado aqui, compartilhe-o conosco! Queremos saber sua opinião.

7 métricas que você deve acompanhar em sua estratégia de vídeos online

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Já dizia o guru da administração Peter Drucker: “what gets measured, gets managed”: o que se mede, se administra. E quando o assunto é vídeo, muitos analistas de marketing caem na armadilha do “publicar e esquecer”. Mas o caminho da estratégia de marketing de vídeos bem-sucedida inclui não apenas definir conteúdocuidar da iluminação ou adotar uma plataforma profissional. É preciso mensurar para saber o que (e se) está funcionando!

Listamos 7 métricas fundamentais para acompanhar em seus vídeos online, confira:

1. Watch Time/Retenção

Se você quer analisar se a sua estratégia de vídeos online está no caminho certo, esteja bem atento aos relatórios que mostram quanto tempo os usuários permaneceram assistindo o seu conteúdo. O watch time, ou taxa de retenção, é uma ótima métrica pois através dela você pode identificar o nível de engajamento da sua audiência com os seus vídeos.

Um título e um thumbnail chamativos podem atrair muitos cliques, mas isso quer dizer pouco se todo mundo abandona seu vídeo chato nos primeiros segundos. Uma boa média de tempo assistido significa que a maior parte dos usuários consideram seu vídeo interessante até o final.

2. Assinantes

Uma coisa é emplacar um viral (que pode ser esquecido em poucas semanas). Outra coisa é ter uma base de usuários que são fiéis ao seu conteúdo, interessados em assistir mais ao que você tem a oferecer. Este tipo de audiência tem grande potencial para se tornar defensores da sua marca e multiplicadores da sua mensagem, além de estarem mais propensos a comprar seu próximo produto ou o do seu anunciante.

Como produtor de vídeo, é importante oferecer para o usuário a possibilidade de se tornar assinante do seu conteúdo. Desta forma é possível comunicar e convidar estes usuários a acessar os seus vídeos sempre que tiver uma novidade. Esta estratégia é perfeita para quem deseja fortalecer o relacionamento com a audiência e também aumentar o número de visualizações nos vídeos produzidos.

>> Dica: Recentemente a Samba Tech lançou uma nova feature que permite realizar a coleta de emails no próprio player de vídeo. Através desta funcionalidade é possível criar um bom mailing de assinantes do seu conteúdo. Clique aqui e conheça!

3. Métricas de engajamento

A melhor métrica para analisar se a sua audiência está engajada com o conteúdo é através da taxa de retenção ou watch time. Porém, existem outras métricas de engajamento que também são importantes para sua estratégia de vídeos. Por exemplo: número de curtidas, comentários e compartilhamentos.

Por meio da taxa de retenção é possível perceber se o seu conteúdo está adequado a sua audiência. E os demais recursos ajudam a entender melhor o potencial de viralidade e engajamento dos seus vídeos.

4. Desempenho

A métrica de desempenho é a melhor forma de saber quais são os seus vídeos que estão “quentes” ou “frios”. Mensure o número de visualizações dos seus vídeos e teste bastante os canais de divulgação. É importante analisar os resultados obtidos e entender quais são os canais que lhe deram maior número de views.

>> Para facilitar este tipo de análise de desempenho, o Samba Videos possui uma área deRelatórios em Alta que mostra de maneira bem visual quais são os vídeos que estão bombando no momento.

Samba Videos - Em alta

Gostou? Faça agora mesmo um teste gratuito do Samba Videos e comece a mensurar o desempenho dos seus vídeos!

5. Video SEO

É a forma de saber quais termos de busca estão levando ao seu vídeo. As configurações de título, tags e descrição do seu vídeo deve estar bem alinhada com a maneira com que os usuários buscam informações relativas ao seu conteúdo na internet. A análise deste tipo de métrica vai te dar bons insights de como atrair ainda mais audiência para os seus próximos vídeos e você pode até fazer testes A/B para saber quais palavras-chave levam a mais visualizações.

6. Tempo de carregamento

Você sabia que os espectadores de vídeos online começam a abandonar um vídeo se o conteúdo não toca em 2 segundos? Pois é, por este motivo é essencial ficar de olho no tempo de carregamento dos seus vídeos para identificar qualquer problema.

Na grande maioria das vezes, o tempo de carregamento do conteúdo está relacionado a tecnologia que você escolheu para hospedagem e entrega dos seus vídeos. E se esta tecnologia não é robusta, muitos usuários podem acabar fechando a aba do navegador sem dar uma chance ao seu vídeo.

>> Conheça o Samba Player, tecnologia da Samba Tech que permite o carregamento do vídeo antes mesmo da página do seu site.

7. Taxa de Abandono

Disparado a métrica mais importante, é claro. Em que momento do vídeo a maior parte dos usuários deixa de assistir? Se muitos usuários deixam o vídeo no mesmo instante, certamente há um bom motivo. Será que eles estão deixando o vídeo mais cedo para fazer uma compra ou ir para a sua landing page? Ou será que existe um momento que faz esgotar a paciência deles?

Bom, aproveitando que estamos falando de estratégias de vídeos online, que tal dar uma olhada no nosso White Paper grátis “Como utilizar vídeos online no marketing da minha empresa”? Produzimos um guia caprichado para quem quer se comunicar por meio de vídeos online no ambiente corporativo!

Gostou do artigo? Ficou alguma dúvida? Compartilhe sua opinião conosco por meio dos comentários!

A importância do vídeo na sua estratégia de Marketing de Conteúdo

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O vídeo não é o futuro do marketing de conteúdo; é o presente. Se quiser um exemplo, dê uma olhada na aba “Trabalhos” do canal ‘Porta dos Fundos’ no YouTube. Um vídeo de piadas feito para a Visa tem mais de 4 milhões de visualizações, número superior a muitos dos videoclipes mais populares do Brasil. Milhões de clientes atuais e em potencial assistiram a um vídeo patrocinado pela marca porque quiseram, não porque ele passava no intervalo comercial do programa favorito deles na TV ou porque foram forçados a assisti-lo no cinema antes de o filme começar.

As grandes marcas já compreenderam que agora a lógica é outra. Não basta mais investir apenas em publicidade e manter aquela comunicação (ultrapassada) de via única com a audiência. É necessário entender a fundo os hábitos de consumo dos potenciais clientes para conseguir criar uma relação mais íntima do consumidor com a sua marca. Já é possível identificar uma nova geração de usuários de vídeos online e o uso deste tipo de mídia não pode ficar de fora do planejamento de marketing da sua empresa.

Há muito tempo a expansão da banda larga, inclusive nos já onipresentes smartphones, ditou os vídeos como uma das principais formas de produzir e consumir conteúdo. Foi-se o tempo em que bastava à sua marca “criar um site”. Os vídeos online já são tendência no ambiente corporativo e a previsão e que o seu consumo aumente bastante nos próximos anos.

Ainda não está convencido do uso deste tipo de comunicação na sua empresa? Veja por que os vídeos são tão importantes.

Vídeos são o que os consumidores querem

Um estudo da Cisco prevê que os vídeos responderão por 69% do tráfego de internet por consumidores em 2017, em comparação com os já altos 57% de 2012. Os vídeos já são a maior parte do conteúdo consumido na rede. Mesmo uma pequena fração dessa audiência representa muita gente consumindo a sua marca.

Você tem controle sobre os vídeos

Vídeos bem-feitos são fáceis de digerir e entender, divertidos de assistir e oferecem à sua empresa controle total sobre a narrativa. O trecho de um release pode ser cortado, uma foto pode ser publicada fora de contexto, um “tweet” pode ser mal-interpretado, mas é bem mais trabalhoso distorcer ou adulterar um vídeo. Numa época barulhenta e cheia de distrações, é cada vez mais importante fazer com que chegue ao público uma mensagem consistente.Vídeos são ideais para isso.

Vídeos são didáticos

Para que seus clientes se lembrem de algum número ou fato, vídeos são ótimas ferramentas – pense nas propagandas mais grudentas da TV, aquelas das quais você se lembra. Você também deve ser grato aos telejornais que exibem os números dos quais fala a reportagem sobre as imagens gravadas. Por exemplo, você vê imagens da fachada de um banco e aparece aquele letreiro: ’100 milhões de dólares’. O vídeo é inerentemente didático.

Experimente assistir a este vídeo do Kickstarter e diga se não ficou suficientemente claro que o produto é uma carteira bem fininha. Vídeos permitem que você mostre seus produtos ou serviços em ação em vez de apenas contar sobre eles.

Vídeos podem ter testemunhos

Citações entre aspas de clientes satisfeitos são sempre suspeitas, convenhamos. Mas é mais difícil negar o testemunho de um cliente (ou vários) de carne e osso sobre como seu cotidiano mudou depois de conhecer a solução da sua empresa.

Aqui na Samba Tech, por exemplo, nós desenvolvemos uma ação de relacionamento que se chama “Dia de Samba”, no qual convidamos os clientes para  uma imersão total nos processos e cultura da nossa empresa. E ao final da visita nós sempre gravamos um vídeo com depoimento do cliente comentando como foi a experiência.

>> Confira aqui o “Dia de Samba” do Diego Felice, Gerente de Novas Mídias do SBT.

As pessoas curtem compartilhar vídeos

Vídeos podem ser inspiradores, engraçados ou simplesmente bizarros – todas essas características que despertam a vontade de divulgá-los para os amigos. É cada vez mais importante produzir conteúdo que seja realmente bom em vez de tentar obter audiência apelando para truques no Google. E bons vídeos são irresistíveis.

Falando sobre produzir vídeos, você também pode se interessar pelo nosso White Paper grátis“Como utilizar vídeos online no marketing da minha empresa”. Ele tem dicas essenciais para quem produz ou deseja se comunicar por vídeos online no ambiente corporativo.

E você, o que achou deste texto? Entre no debate com a gente!

[White Paper] Como utilizar vídeos online no marketing da minha empresa

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Olá pessoal,

Em parceria com o Mundo do Marketing, estamos lançando um novo White Paper gratuito com diversas dicas essenciais para quem produz ou deseja se comunicar por vídeos online no ambiente corporativo.

Sabemos que o vídeo é uma mídia de muito valor para as empresas que sabem utilizá-la em sua estratégia de branding. O consumo de vídeos na web cresce consideravelmente a cada dia e este tipo de mídia já faz parte do cotidiano das pessoas. Mesmo assim, algumas empresas ainda temem em usá-los para a promoção da sua marca pelo motivo de parecer algo muito complexo.

Diariamente nos deparamos com dúvidas como:

  • Por onde começar minha estratégia de vídeos?
  • Que tipo de vídeo produzir?
  • Como editar meus vídeos de forma profissional?
  • Quais ferramentas utilizar?
  • Como aumentar minha audiência?
  • Como saber se estou no caminho certo?

Chegou a hora de esclarecer todas estas dúvidas. O novo material que produzimos em parceria com o Mundo do Marketing vai transformá-lo em um expert de vídeos online e certamente ajudá-lo no desenvolvimento das suas estratégias de comunicação digital.

  • Dicas de produção, edição e iluminação. Tudo que você sempre quis saber para conseguir utilizar os vídeos online no marketing da sua empresa.
  • Threepoint Lighting. Aprenda a utilizar a famosa técnica dos três pontos de iluminação para obter a melhor qualidade dos seus vídeos e fazer sua marca brilhar.
  • Ângulos e técnicas de cinema. Saiba quais são as perspectivas de câmeras mais utilizadas em Hollywood e quais são os resultados obtidos em cada uma delas.
  • Site x Redes Sociais. Entenda qual a melhor estratégia de divulgação dos seus vídeos e quais os benefícios de uma plataforma profissional de vídeos online.

Vídeos longos são uma boa estratégia para os negócios?

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Amigos,

Já respondemos aqui no Blog a “million dolars question” que é qual a duração ideal de um vídeo. Recapitulando rapidamente: o suficiente para atingir um ponto ou contar uma história. Mas falando o bom português, o que é melhor para os negócios, vídeos curtos ou longos?

Hoje vamos falar sobre os vídeos de longa duração. Antes de mais nada, o IAB considera um long-term video aquele que tem mais de 10 minutos. Mas esse, na verdade, é um conceito muito subjetivo porque o seu conceito de longo pode ser diferente do aqui colocado pelo IAB. A primeira vista, vídeos mais longos podem transmitir mais conteúdo, mas os vídeos curtos são os que engajam mais os usuários.

O gráfico acima ilustra bem essa conclusão: vídeos com menos de 1 minuto têm uma curva muito menos inclinada, com a rejeição de apenas 20% na metade do vídeo e quase 60% assistindo o conteúdo até o final. Quando analisamos conteúdos com mais de 10 minutos observamos que os usuários deixam de assistir o vídeo com menos de 1/5 de duração. Vídeos com +60 minutos conseguem fazer com que apenas 10% dos usuários assistam até o final. Ou seja, vídeos mais curtos conseguem ter uma maior taxa de retenção (ou conseguem ser mais engajadores).

Para comprovar essa tendência resolvemos abrir os reports do Samba Videos, nossa plataforma, e analisar esse métrica em 4 vídeos produzidos pela Samba com durações diferentes.

No vídeo do nosso hotsite de EAD, que tem a duração de 40 segundos, mais de 85% dos usuários ficam engajados com o vídeo até 1/3 da sua duração.

No vídeo sobre a nossa solução de Comunicação Corporativa, que tem a duração de 2 minutos, temos um comportamento semelhante com uma retenção média de mais de 65%.

Já em um vídeo de mais de 4 minutos, com o screencast da área de Conteúdo do Samba Vídeos, percebemos que ao chegar na metade do conteúdo, temos mais de 50% da audiência deixando de assistir o vídeo.

Quando analisamos o vídeo de quase 18 minutos, o videocast do 3º Turno, a curva de rejeição é bem mais acentuada. Com quase 3 minutos de duração temos apenas pouco mais de 25% dos usuários engajados com o conteúdo.

Nota: As variações ascendentes ao longo da linha de engajamento do usuário são devido as mudanças na barra de seek, ou seja, trechos do vídeo que o usuário voltou o conteúdo para visualizar novamente.

No nosso último post divulgamos um insight interessante de que PC’s são as plataformas mais utilizadas para consumo de vídeos de curta duração, e mais surpreendente é que o oposto também é verdadeiro: vídeos de longa duração são mais assistidos em mobile devices.

Se compararmos desktop, tablet e mobile, vídeos de mais de 10 minutos representaram 47% de todo o consumo de vídeos no Q1 de 2013!

Esses dados mostram que long-term videos, ao contrário do senso comum, são sim excelentes formas de comunicação. Mesmo se formos analisar pela via do “engajamento”. Se seus usuários estão assistindo 60% do seu vídeo de 30 segundos não quer dizer que ele é mais engajador do que 40% do conteúdo de 10 minutos. O usuário que assiste seu vídeo longo é alguém que realmente se interessou pela sua mensagem, o que é muito mais válido do que 1.000 pessoas que assistiram os 3 primeiros segundos de um vídeo curto e foram embora.

Concluímos que vídeos logos, apesar de serem mais “trabalhosos” para os usuários, tendem a ser a melhor estratégia para explicações mais detalhadas – e sem dúvidas, geram seus maiores fãs!

Fato é que independente da duração do seu conteúdo, a melhor tecnologia para fazê-lo tocar com qualidade é o Samba Videos. Na nossa plataforma você tem um gerenciamento profissional e ainda pode tirar suas próprias conclusões – através do módulo de Analytics – dos seus vídeos.