O Banco de Trilhas está de site novo!

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Acabamos de inaugurar nosso novo site! Ficou ainda mais fácil encontrar a trilha ideal para o seu projeto. Parcele sua trilha em até 12 vezes, podendo escolher entre PagSeguro e Paypal.

www.jacarandalicensing.com 

 

A Jacarandá Licensing (banco de trilhas) oferece uma vasta variedade de trilhas originais, organizadas em nosso catálogo online. Oferecemos o direito de uso para qualquer tipo de mídia, como filmes publicitários, seriados, documentários etc. Nossos clientes ganham tempo, economizam e sabem exatamente que produto irão levar. Todas as trilhas estão disponíveis em estéreo e também 5.1 surround! Veja o passo a passo de como comprar.

Cada cliente possui necessidades únicas, e por isso oferecemos pacotes customizados afim de encontrar a solução ideal para seu projeto. Converse com a gente e monte um pacote ideal para a sua demanda.
Acreditamos em qualidade, não quantidade. Ganhe tempo na escolha de trilhas ouvindo um material selecionado de forma criteriosa. E se você quiser, faremos esta pesquisa por você!
Já tentou encontrar música brasileira nos bancos de trilhas do exterior? Somos uma empresa brasileira, com músicos brasileiros, fazendo nossa música de verdade.

Trilhas Sonoras Gratuitas

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Trilhas Sonoras Gratuitas

A Jacarandá disponibiliza um acervo de 493 trilhas sonoras de domínio público ou CC0 Universal License (fonte: FMA). Este projeto é sem fins lucrativos. Gostaria de contribuir? Então faça uma doação ao Médicos sem Fronteiras através do nosso site.
https://jacarandatrilhas.com/trilhas-sonoras-free/

Aproveite para conferir também nosso pacote de efeitos sonoros gratuitos.
https://jacarandatrilhas.com/efeitos-sonoros-free/

Banco de Trilhas agora com 40% OFF

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Nosso serviço de banco de trilhas agora tem uma nova categoria de trilhas promocionais. Basta curtir nossa página no facebook para ganhar 40% de desconto na compra de trilhas selecionadas. Saiba mais acessando: www.bancodetrilhas.com

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Trilhas Promocionais

Flecha -Escolha seu estilo

8 dicas de marketing de conteúdo para pequenas empresas

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Se você acompanha o Saia do Lugar, provavelmente já ouviu falar demarketing de conteúdo. Mas se você não se lembra que bicho é esse, vamos ajudar a clarear sua memória.

Marketing de conteúdo é uma técnica de marketing que se baseia na criação e distribuição de conteúdo valioso para atrair, engajar e converter o público alvo da sua empresa. O objetivo de uma estratégia de marketing de conteúdo eficiente é criar um canal de relacionamento e ganhar a confiança do visitante do seu site, com o foco de transformá-lo em cliente.

Por isso, preparei algumas dicas para pequenas e médias empresas que estão iniciando suas estratégias de marketing de conteúdo, para começar a gerar resultados rápidos e a baixo custo.

Confira:

Marketing de conteúdo

1. Tenha um objetivo claro.

Ok, você quer começar sua estratégia de content marketing. A primeira pergunta que você deve responder é: Para quê?  Ter um objetivo em mente é muito importante.

Veja alguns exemplos de objetivos para sua empresa:

  • Demonstrar aos seus potenciais clientes que você entende as suas necessidades
  • Ajudar seus potenciais clientes a avaliarem se a sua empresa oferece uma solução que resolve seus problemas e atende às suas necessidades
  • Fidelizar e educar clientes e potenciais clientes
  • Criar defensores da sua marca, leitores e pessoas que se interessam pelo tópico, que mesmo não sendo potenciais clientes gostam de interagir e ampliar o alcance do seu conteúdo
  • Ajudar na implementação e uso da sua solução/produto
  • Aumentar as chances de compras repetidas.

Escolha seu principal objetivo e concentre-se nele. E lembre-se dele quando for seguir as dicas abaixo.

2. Crie um blog corporativo. E mantenha-o atualizado.

Parece óbvio, mas a primeira decisão que você deve tomar para começar no mundo do marketing de conteúdo é a criação de um blog. As pessoas adoram ter uma visão mais próxima do dia a dia da sua empresa, aprender um pouco do conhecimento que seu time tem, e ler sobre os segredos do seu mercado.

Criar um blog e mantê-lo sempre atualizado é uma ótima ferramenta para ajudar seus potenciais clientes a ficar “por dentro” do que rola na sua empresa. Tenha a disciplina de blogar constantemente e oferecer conteúdo de valor sem pedir nada em troca para seus usuários.

3. Promova seu blog nas redes sociais e para sua lista de contatos.

Sim, agora que você já tem um blog, onde encontrar seus primeiros leitores? Primeiramente, divulgue-o nas redes sociais. Promova-o na sua página corporativa do Facebook, no seu perfil de Twitter e sempre compartilhe as últimas atualizações.

Se você já possui uma lista de emails com os contatos da sua empresa, ou uma ferramenta de CRM, uma ótima alternativa é convidar seus prospects e clientes para conhecer seu blog.  Se você possui uma newsletter, divulgue mensalmente ou quinzenalmente os melhores artigos do seu blog.

4. Ouça. Fale. Amplifique. Discuta.

Este é o quarteto de sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo. Primeiro, entenda as necessidades e curiosidades do seu leitor/potencial cliente. Pesquise seus interesses, seja através de pesquisas qualitativas, análise de palavras-chave ou até mesmo informalmente, para garantir que você vá na direção esperada.

Em seguida, prepare seu conteúdo baseado nos dados que você coletou e no que você aprendeu sobre seu leitor. Amplifique seu artigo através da promoção em redes sociais, para sua base de emails, e através de link building.

Por último, discuta e interaja sobre o conteúdo. Mantenha-o atualizado, incremente-o baseado no feedback do leitor, mergulhe de cabeça nos comentários e interaja sempre. Seguindo este processo você sempre estará produzindo conteúdo matador para seu site.

5. Crie um calendário editorial

Saber quando e o que produzir é importante. Entenda as sazonalidades do seu negócio, descubra os melhores dias para falar com seu público. Prepare sua pauta tendo em mente eventos, datas e fatores externos (ex: férias escolares, natal, etc.). Seguir este calendário e manter a periodicidade constante fideliza seu leitor e faz com que ele sempre queira voltar buscando mais informação.

6. Saia do seu site!

Sim, produzir conteúdo e manter seu site atualizado é muito importante, porém você deve sempre buscar atingir novas audiências e atrair cada vez mais membros para sua comunidade. Por isso publicar em outros sites/blogs é uma ótima dica.

Guest posting é uma ferramenta fantástica para expor seu conteúdo em outros sites. Invista nessa ideia e chegue em leitores que você não teria acesso apenas estando restrito ao seu ambiente.

7. Divida as responsabilidades e separe as tarefas.

Fazer marketing de conteúdo bem feito envolve muitas responsabilidades. Produção de conteúdo, networking com publishers e linkbuilding, gestão de comunidade, SEO, otimização de conteúdo são algumas delas. Crie um processo eficiente e garanta que você esteja sempre evoluindo.

8. Mensure e otimize

Acompanhe obssessivamente suas métricas para saber como está a performance da sua estratégia de conteúdo. Assim você irá conseguir ajustar seu plano de ação de maneira eficiente para alcançar seus objetivos. O Google Analytics (ou outra ferramenta a sua escolha) é seu melhor amigo.

Estas são algumas dicas básicas para sua empresa começar no mundo do marketing de conteúdo. Ao longo da sua jornada você vai aprender muito mais e fazer novas descobertas. Não esqueça de voltar e nos contar um pouco mais sobre como você está fazendo e compartilhar suas dúvidas, sucessos e fracassos.

Para te ajudar a de fato botar a mão na massa, a Rock Content e a Empreendemia se juntaram para lançar o “Marketing de Conteúdo para PMEs”, um ebook gratuito muito bom não só para entender como o marketing de conteúdo pode te ajudar a gerar mais negócios, mas principalmente para colocar a mão na massa: ele tem dicas para criar a sua estratégia de conteúdo, montar a equipe e colocar tudo isso em prática.

Para baixá-lo, é só clicar aqui.

Boa sorte!

Nota do editor: Este artigo foi escrito por Diego Gomes. Diego é um dos fundadores da Rock Content, uma empresa de marketing de conteúdo que ajuda empresas a produzir artigos matadores. Confira o e-book “Marketing de conteúdo para iniciantes” e não perca os artigos do blog da Rock Content.

FONTE: http://www.saiadolugar.com.br/marketing/8-dicas-de-marketing-de-conteudo-para-pequenas-e-medias-empresas/

Marketing de Relacionamento B2B e a lealdade de clientes

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Marketing de Relacionamento B2B e a lealdade de clientes precisam ser foco e de um bom plano de ação.

Para traçar um plano de Fidelidade ou Lealdade de Clientes, inicialmente, é importante avaliar a sua carteira atual e analisar a relação entre a rentabilidade e fidelidade de cada um, uma vez que nem sempre um cliente rentável é fiel, assim como, um cliente fiel nem sempre é rentável.

De acordo com o estudo Mismanagement of Customer Loyalty da Harvard Business Review, os autores Werner Reinartz e  V Kumar afirmam que a relação entre o grau de fidelidade e rentabilidade é estabelecido pela classificação de clientes em quatro categorias, conforme quadro abaixo.

Outro ponto importante é segmentar os clientes, considerando as suas diferenças, avaliando os dados relevantes registrados no seu CRM e o histórico de negociações, assim como, avaliar o CLV (Custumer Lifetime Value) ou Valor Vitalício do Cliente.

O CLV é o potencial de margem de contribuição do cliente por toda a vida trazida a valor presente. Essas informações ajudam a comparar os custos iniciais de aquisição (descontos, viagens de negócios ou ofertas) e custos durante o tempo de permanência do cliente com as receitas geradas por ele.

Este levantamento permite saber exatamente quais clientes são rentáveis, quais demandam mais ou menos custos de atendimento, quais geram prejuízos ou possuem potencial de ganhos no futuro e ainda, quais clientes não são interessantes manter.

Com base nessa análise é possível traçar estratégias específicas para cada cliente.

As práticas de CRM – Customer Relationship Management são fundamentais em todo esse processo, ajudam no levantamento de informações e traçam padrões e métricas para dimensionar as ações de fidelização e conquista da lealdade do cliente.

Por exemplo, por meio dessas ações, é possível recuperar clientes que estejam deixando o relacionamento (win back), realizar a prospecção de novos (prospecting), realizar vendas maiores ou um up-grade no serviço (up-sell), realizar vendas cruzadas ou casadas (cross-sell) além de gerar mecanismos de relacionamento e de retenção.

Ouvir o que o cliente tem a dizer sobre a sua empresa também é um passo importante, embora nem sempre realizado pelas empresas B2B. Para isso é fundamental realizar periodicamente pesquisas de satisfação, montar planos de visitas, eventos dirigidos e acompanhar o que dizem sobre a sua empresa nas redes sociais.

Todas essas medidas são primordiais para ajudar a construir relacionamentos duradouros, essenciais às empresas B2B.

A lealdade é plenamente conquistada somente quando houver a percepção de superação de expectativas, plena satisfação e retorno do investimento. E isso acontece com a entrega de um serviço ou um produto de qualidade e com um alto padrão de atendimento, capazes de superar expectativas e gerar o encantamento do cliente.

Por Priscila Falchi – Publicado originalmente em Implantando Marketing

FONTE: http://marketingdicas.com.br/

10 dicas de marketing dos maiores especialistas do mercado

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Um marketing bem feito pode ser o que faltava para uma empresa conseguir o tão sonhado sucesso.  Para conseguir esse ideal, confira 10 dicas de marketing dadas pelos maiores especialistas do mercado:

Dorie Clark, consultor de estratégia, autor de “Reinventing You”

É hora de criar conteúdo direcionado. Como o autor já escreveu, em um ambiente de mídia que já está lotado, as empresas devem atrair clientes de forma proativa. Anúncios são bons, mas o benefício acaba assim que parar de pagar. O verdadeiro segredo para uma boa estratégia de marketing é um bom conteúdo. E não precisa ser um blog; pode ser um podcast, uma música para a empresa ou até uma conta no Pinterest. O necessário é ter algum diferencial.

Ryan Holiday, diretor de marketing da American Apparel, autor de “Trust Me I’m Lying and Growth Hacker Marketing”

Para Ryan Holiday, quase todas as empresas iriam ter um marketing de sucesso se parassem de se concentrar em marketing e sim, em concentrar sua energia para melhorar o produto ou o serviço. Há mais mídia disponível do que nunca, por isso o mercado para materiais interessantes é quase infinito. Pitching é fácil, marketing é fácil. Fazer algo de que vale a pena falar é mais difícil.

Christopher S. Penn, vice-presidente de tecnologia de marketing na SHIFT Communications

A principal recomendação de Christopher S. Penn quando o assunto é mídia social e marketing de sucesso atualmente, é entender que o público não é algo que se “possui”. Na melhor das hipóteses, a empresa é um administrador temporário de um certo público, mas como muitos exemplos já mostraram, basta um passo em falso e tudo isso pode ser posto a perder. A melhor defesa contra isso é definir claramente os valores da empresa e o que ela representa.

Ted Rubin, estrategista de marketing social da Brand Innovators

Uma das principais chaves é capacitar os funcionários, assim eles irão dar ainda mais poder para a marca! Toda empresa pode se beneficiar muito ao reconhecer o fato de que conexão social é uma parte integrante da vida de todos. Ao ajudar os funcionários a construir a marca, é possível construir um exército muito poderoso. A maioria das pessoas, quando dada a oportunidade, irá defender a marca caso se sinta bem com o local de trabalho.

Aliza Sherman, premiada estrategista digital

Pare agora de fazer o que você sempre fez. Dê um passo pra trás, tome um fôlego. Pense sobre tudo que você fez nos últimos anos e o que está pensando em fazer no novo ano. Uma dica valiosa é mudar, não fazer o tipo de negócio de sempre. Experimente e encontre uma maneira de sacudir o que está parado. Tire um tempo para olhar para trás com perspectiva para ter ideias.

Chris Ee, estrategista digital da Bajibot Media

Quando se trata de qualquer assunto que envolva números, é importante compreender suas implicações, mas é ainda mais importante garantir a pessoa certa para ficar no comando. Toda empresa precisa de um funcionário capaz de comunicar suas conclusões de forma sucinta e impactante, assim como saber retificar erros e identificar novas oportunidades.

10 dicas de marketing dos maiores especialistas do mercado

Mark Schaefer, blogueiro, palestrante, autor de best-seller e educador

Reavalie tudo. Você pode pensar que sabe quem são seus clientes, o que eles precisam e como eles recebem suas informações. Mas houve uma mudança cataclísmica no comportamento de compra nos últimos meses e isso só tende a continuar mudando.

Lauren Hackett, diretora de comunicações e redes sociais

Encontre uma linha e caminhe por ela. É preciso ter cuidado para não cruzar essa linha e ir de amigo para perseguidor. Marcas experientes devem entender que estão formando um relacionamento com o cliente, mas que isso leva habilidade e respeito.

Megan Berry, chefe de consumidores na RebelMouse

A empresa deve conseguir testar produtos, interagir, retestar e com isso melhorar suas campanhas. A mídia social dá o tempo necessário para aprender o que ressoa em cada público e contribuir ótimas campanhas com essas informações.

Hillel Fuld, blogueiro de tecnologia e assesor de startup

A principal recomendação do blogueiro é valor. É indicado parar a auto-promoção e começar a fornecer valor. Deve-se parar de pedir por “Curtir” no Facebook e começar a dar reais razões para que as pessoas realmente curtam a marca. Esse valor pode ser dado em forma de blog, vídeo ou qualquer outro conteúdo, desde que seja feito de forma consistente.

FONTE: http://www.penseavanti.com.br/blog/10-dicas-de-marketing-dos-maiores-especialistas-do-mercado/

8 dicas de marketing para empreendedores

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A seguir, 8 dicas de marketing para empreendedores. Nenhuma empresa, loja, escritório ou seja lá qual for o seu ramo de empreendimento, sobrevive sem um detalhe muito importante: clientes. E como eles são conseguidos? Através do Marketing. Alguns novos empreendedores, acreditam que apenas preço baixo é o suficiente, mas mal sabem eles que esta é uma ferramenta de marketing, também conhecida como ‘promoção’. O marketing é importantíssimo em uma empresa e sem ele não há vendas.

Para os empresários que estão querendo investir mais um pouco em seu empreendimento neste setor, temos a seguir oito dicas importantes de marketing para empreendedores. A boa notícia é o marketing pode ser aplicado a qualquer empresa com pequenas modificações. O ideal é sempre ler com atenção qualquer informação e investir em livros e leituras de sites especializados para saber as novidades do setor.

1 – Ter um bom mailing

Ter um bom número de contatos por email, endereços ou apenas telefones é muito importante para uma empresa, principalmente quando ela ainda está sendo montada e precisa ser divulgada. Uma boa dica é contratar empresas que fazem e-mail marketing e já possuam uma lista de clientes em potencial ou mesmo fazer a compra de um banco de dados de grande porte, mas voltado para o seu público-alvo. Por isso, é importante estudar qual o seu público-alvo, o perfil e abrangência (local, regional ou nacional) e se o contato por email é viável ou é preciso ter endereços e telefones.

Uma parceria para conseguir um banco de dados interessante pode funcionar da seguinte forma: você se compromete a dar a determinada empresa seus contatos e ela fará o mesmo por você e assim todos saem ganhando com um rico mailing em arquivo.

2 – Ter um blog empresarial

Todo mundo ama blogs e os clientes assíduos adoram saber de novidades por meio deles. Uma boa dica é mesmo tendo um site da empresa, ter um blog com bastidores, anunciando novidades e promoções, em um estilo mais informal como uma conversa com os clientes e parceiros para estreitar relações. Não é preciso investir em ferramentas caras, podendo ser um blog gratuito. Se o fizer, não se esqueça de assinar seu email com o endereço virtual do blog.

3 – Faça propaganda boca a boca

As ferramentas de marketing são ótimas aliadas, mas nenhuma tem tanta credibilidade quanto a boa e velha boca a boca, que ganhou ares virtuais por meio das redes sociais. Falar para seus amigos dos seus produtos, sua loja, seus serviços e ainda oferecer brindes para quem lhe procurar é uma ótima forma de conseguir clientes. Não perca a chance de sempre ter em mãos um cartão de visita com seu nome e contato, bem como falar sempre que possível com amigos em que ramo está atuando e como pode servir a seus amigos com seus serviços.

Tenha em mente que clientes também podem fazer a sua propaganda boca a boca, seja ela boa ou ruim e por isso, trate todos com igualdade de informações e serviços. Todo mundo deve ser VIP em sua empresa e assim garantir uma boa propaganda direta de seus produtos e serviços.

Informação Importante:

Pesquisas do SEBRAE, IBGE e DIEESE confirmam que são mais bem sucedidos os empresários que fazem um planejamento ANTES de iniciar o próprio negócio. Clique aqui para descobrir como montar um negócio de sucesso.

4 – Guarde opiniões online

Já viu em sites e lojas online textos de usuários falando como foi a compra? Essa é uma forma de marketing também. Se você serve bem aos seus clientes, entrega os pedidos na data e tem boa qualidade de atendimento, por que não mostrar a outros clientes como você é bom? Uma dica é criar um espaço em seu site apenas para isso ou pode também divulgar em seu blog empresarial. Ambas as formas são bem bacanas e em breve darão um resultado de marketing positivo, atraindo novos clientes para o seu negócio.

5 – Tenha um cartão de visitas sempre ao alcance da mão

Parece antiquado, mas ter um cartão de visitas é mais importante do que você pensa. É uma ótima forma de ter em mãos uma ferramenta de marketing importante, divulgar o seu produto e serviço para os amigos próximos e também ser notado como um empresário.

Um cartão de visitas age como duas formas de marketing: empresarial e pessoal. Por menor e mais simples que seja o seu produto, a ferramenta valoriza o seu trabalho e dá um ar mais profissional, também ajuda na divulgação da marca. Além disso, é um marketing boca a boca e para isso basta entregar a alguns clientes e amigos para que possam divulgar.

6 – Faça ofertas e descontos

Todo mundo curte uma boa promoção e por isso, esta é considerada a ferramenta de marketing mais útil do mundo. Eventualmente, diminua a margem de lucro de alguns produtos e serviços e faça uma promoção para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Uma promoção age como marketing direto para o público que sempre se sente recompensado por ser agraciado com preços baixos. Brindes também são uma boa pedida, sejam eles em produtos ou serviços ao estilo “pague um e leve outro de graça.”

7 – Faça caridade

Fazer caridade é forma também de marketing, no caso, marketing social que permite dedução no Imposto de Renda e ainda cria uma imagem positiva para a empresa. Ou você acha que toda grande empresa cria uma fundação social ou serviços gratuitos apenas pelo bel prazer de ajudar? Para quem curte ajudar ao próximo, será uma ótima ideia e quem não se interessa pelo assunto, pense como uma forma de passar uma imagem positiva da empresa.

Para o empresário pode ser um gasto desnecessário, mas para o público é uma grande marca dedicando parte do seu lucro para ajudar aos outros. Você vai ganhar espaço na mídia, sua marca será divulgada e novos clientes vão vir muito em breve.

8 – Vasculhe na Internet o que falam da sua marca

Quem pensa que ficar online é perda de tempo é porque ainda não sabe o poder da ferramenta web: ela é um canal tanto para elogiar como para falar mal. Por isso, dedique ao menos meia hora do seu dia vasculhando fóruns de notícias online para saber o quanto e como estão falando de sua empresa e saiba exatamente onde estão seus erros.

Saiba usar a web para o bem do seu negócio. Ouça as críticas e tente corrigir os erros e não trate os comentários apenas como ‘inveja’ ou ‘difamação’. Se os problemas relatados realmente existirem, encontre o setor responsável e tente corrigi-los.

FONTE: http://www.novonegocio.com.br/marketing/8-dicas-de-marketing-para-empreendedores/

50 Dicas de Marketing Cultural

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1- O MARKETING CULTURAL é uma estratégia utilizada pelas empresas para que, através de patrocínios a projetos culturais, agreguem valor às suas marcas.

2- O MARKETING CULTURAL é uma vertente do Marketing Institucional das empresas, ou seja: tem a ver com a sua marca, sua identidade e os valores subjetivos associados ao seu nome.

3- O aumento da venda de produtos com o MARKETING CULTURAL não pode (salvo algumas estratégias específicas) ser medido pelos métodos tradicionais. Por exemplo: o MARKETING CULTURAL permite um grande retorno de mídia espontânea, que medido em valores financeiros, com base na tabela de publicidade dos veículos de comunicação, pode superar em até 10 vezes o valor do patrocínio.

4- Não se pode apresentar um projeto para uma empresa (possível patrocinadora) sem conhecê-la antecipadamente. É preciso saber o que ela faz, o que produz e o que já patrocinou. Este PERFIL DE EMPRESAS PATROCINADORAS vai ajudar você a conhecer melhor as empresas.

5- Todo bom projeto é composto basicamente por: uma apresentação sucinta, uma descrição técnica (como vai ser realizado), um orçamento enxuto, um cronograma de execução e um de desembolso, um currículo dos proponentes e técnicos, uma descrição objetiva dos “retornos propostos ao patrocinador” e anexos (bem escolhidos). Mas um dos elementos principais é a carta de apresentação do projeto, que deve ser personalizada, plenamente identificada com a empresa que se pretende transformar em parceira da nossa proposta.

6- Não se utiliza o MARKETING CULTURAL, partindo do produto cultural. Neste caso o caminho deve ser inverso, é o do “CULTURAL MARKETING”, ou seja: da construção das estratégias eficazes que poderão viabilizar o projeto cultural no mercado. Quem faz MARKETING CULTURAL é a empresa, estabelecendo um conjunto de critérios objetivos de seleção de projetos, em sintonia com seus objetivos institucionais e de marketing de produtos ou serviços.

7- O MARKETING CULTURAL precisa considerar todas as etapas do Ciclo da Produção Cultural: a inspiração que se transforma em idéia, a idéia que é planejada e vira um projeto, o projeto que passa por uma estratégia de marketing para chegar ao mercado, a negociação até o contrato, a produção (equipe, capacidade de realização, melhor época de realização, local, etc) e o planejamento da mídia, para chegar ao público que deseja atingir, cujo perfil deve ser conhecido antecipadamente e com a máxima clareza.

8- MARKETING CULTURAL é uma estratégia de troca: troca-se recursos de patrocínio por retorno institucional (e também por abatimentos nos impostos da empresa, quando se utilizam as leis de incentivo fiscal à cultura). A empresa, ao fortalecer sua imagem pela simpatia que estabelece com o público e a sociedade em geral, também aumenta a venda de seus produtos ou serviços.

9- Muitas vezes o caminho para se chegar a uma empresa é indireto. É preciso saber quem influencia quem decide. Para quem a empresa não pode negar um pedido de atendimento? Um cliente? Um revendedor? Se você desejar obter tinta para pintar um prédio histórico, não peça diretamente à fábrica. Associe-se primeiro à maior loja de tinta da sua cidade. Lembre-se: é a loja que vende tinta. Sua influência pode ser decisiva.

10- Responda rápido. O que é mais fácil: chegar numa grande empresa de petróleo sozinho com seu projeto para buscar patrocínio ou ir acompanhado do proprietário de uma rede de postos de gasolina?

11- Como ser recebido numa empresa para apresentar um projeto? Primeiro: telefone. Você vai se surpreender ao saber que, em muitas empresas, o executivo que decide atende diretamente e marca os encontros. Segundo: passe um E-mail; pode funcionar. Terceiro: busque algum conhecido que trabalhe lá e vá indicado por ele. Mas procure sempre estabelecer um encontro. Nada como olho no olho e cara a cara, para se viabilizar um projeto.

12- Antes de tudo, procure iluminar seu projeto. Lembre-se: um projeto é uma idéia, uma proposta (um sonho) na forma de papel. Como ele ainda não foi realizado, é um produto imaterial, não pode ser testado antes de ser comprado. É preciso que esta idéia, cheia de energia positiva, apareça, ganhe vida e força para acontecer. Registre-a e mostre-a para que ela vá ganhando presença no inconsciente coletivo das pessoas.

13- Não tenha medo de que seu projeto seja roubado. Perceba que você captou uma idéia que está no subjetivo de todos. Outras pessoas podem captá-la.

14- A apresentação visual do seu projeto é fundamental, assim como a objetividade da sua proposta. Não escreva uma tese. Deixe os textos longos para um segundo momento. Não faça poesia. Não procure mostrar erudição. Ao apresentar uma proposta de um espetáculo teatral, leve sempre o texto da peça numa pasta à parte e saiba perceber o momento propício de apresentá-lo.

15- Não confie muito num patrocinador que estiver interessado apenas em projetos enquadrados nas leis de incentivo e que não deseja nem conhecer o conteúdo do seu projeto. Pode estar certo que mais adiante o seu prejuízo será grande.

16- O boato que corre no mercado de que o patrocinador que utiliza incentivos fiscais é investigado por fiscais da Fazenda é a maior mentira que existe no mercado cultural. É um boato criado possivelmente por quem não gosta de dar incentivos, desconhece o papel social das empresas e cuida apenas do lucro, sem dar qualquer retorno à sociedade que sustenta sua empresa.

17- O caminho consciente para a viabilização de um projeto não é aquele que vai da emoção para o público, do público para mídia e da mídia para o mercado. Este sentido torna seu projeto vazio de conteúdo e identidade. O caminho da arte é duro – parte da emoção, da visão, para o planejamento e depois para o mercado, de forma a despertar a mídia e o público.

18- Todo projeto se viabiliza através de uma Rede de Parcerias. Forme a sua.

19– Para um empresário do tipo “perfeccionista”, saiba que ele vai tentar alterar, mesmo que seja em pequenos detalhes, o seu projeto – de forma que fique como ele gostaria que fosse. Afinal, “quem conhece a empresa é ele”.

20- Não é necessário mudar o conteúdo de um projeto para atender a um patrocinador. As mudanças que podem acontecer referem-se à forma de apresentação do projeto, à inserção de retornos, detalhes do plano de mídia e outros relativos aos interesses diretos do patrocinador – mas nunca interferem diretamente na criação.

21- Coloque sempre no seu projeto esta afirmação: “estamos abertos para discutir outras formas de retorno de interesse da empresa”.

22- Um “captador de recursos” é um péssimo nome dado a um profissional fundamental para viabilizar um projeto. Podemos chamá-lo de “consultor de marketing cultural”, de “engenheiro cultural” ou “assessor de marketing cultural”.

23– Um consultor de marketing cultural pode receber para captar recursos para um projeto até o valor de 10% (em relação ao valor global da produção do projeto), correspondendo ao item “agenciamento”, conforme estabelece a Lei Rouanet. Este percentual acabou se tornando um padrão no mercado, mas, dependendo do trabalho, a negociação é livre.

24- Diante de qualquer projeto que você deseja viabilizar no mercado é necessário perguntar: “O que este projeto tem a ver com a minha trajetória e experiência de vida?” Caso seja realmente vital para você, então com um pouco de conhecimento do mercado, apoio de profissionais e constituição de uma rede de parcerias, com toda certeza ele será viabilizado. Lembre-se que sonhar é construir no futuro.

25- Lembre-se sempre: quando acreditamos realmente em alguma coisa com benefício social, todos colaboram para que ela aconteça.

26- O profissional de marketing cultural e cultural marketing é o artista do mercado. Ele precisa conhecer bem o projeto, os proponentes, artistas, a obra em pauta, as etapas de produção, a mídia necessária e possuir relacionamentos com empresários. Deve estar sempre atualizado com as oportunidades de negócios do mercado. Precisa ler revistas empresariais que falam das questões internas e os produtos de potenciais patrocinadores. Deve conhecer os prazos para apresentação de projetos nas empresas e muito mais. Não é uma pessoa fria, muito pelo contrário: deve ter sensibilidade total – da poesia à lógica de venda.

27– Não se vende um projeto cultural, portanto não há motivo nenhum para você ter trauma de venda. Nós apresentamos um projeto cultural ao mercado. Se um projeto cultural fosse vendido para um patrocinador, ele o levaria para casa.

28- Para um patrocinador emotivo, não se esqueça de dizer que ele será convidado para subir no palco no dia do lançamento do projeto para receber uma homenagem “espontânea” dos artistas. Por mais que ele diga que isto não é preciso, vai gostar da idéia. Agora, para um patrocinador do tipo “auditor”, fechado, nem pense em convidá-lo para aparecer – pois ele quer ficar de longe, observando.

29- É difícil você viabilizar mais de um projeto para uma mesma empresa. Como você levou muito tempo para conseguir entrar lá, não custa nada divulgar os critérios dessa empresa para o mercado.

30- Este é um mercado no qual não se trabalha sozinho. Um projeto cultural na gaveta, dificilmente sai dela por demanda de mercado. Ninguém vai ligar para um poeta perguntando: “Por acaso você tem aí em casa um conjunto de poemas para publicar um livro?” Um projeto acontece através de redes: você envolve com a sua fé uma dezena de pessoas que, por empatia com o projeto, sensibilizam outras, até que uma energia luminosa se condensa numa cadeia produtiva e aí começam as coincidências (que não são coincidências): alguém o procura; uma pessoa que você há muito tempo não vê, telefona; um amigo de infância assume a gerência de marketing de uma empresa patrocinadora e assim vai acontecendo o seu projeto.

31- Nunca despreze sua agenda de telefones, inclusive aquela antiga. Tenha sua agenda organizada, saiba onde estão as pessoas. Crie sua rede de contatos. O Senhor Nélio Botelho, líder dos caminhoneiros, faz uma greve nacional, falando apenas com 150 líderes, que por sua vez mobilizam milhares.

32- Para uma boa prestação de contas ao Poder Público, de um projeto que utilizou as leis de incentivo, é necessário pensar na administração dos recursos desde a elaboração do orçamento. Saiba que a “Consolidação Bancária” (transcrição do extrato da conta do projeto com informações sobre entradas e despesas) é que será avaliada pelos órgãos de governo.

33- A identidade cultural brasileira é o nosso melhor negócio. Projetos neste sentido ganharão força nos próximos dez anos. Toda moeda tem duas faces: a cara e a coroa. A coroa representa os recursos e a cara a nossa cultura e a nossa identidade. Não haverá desenvolvimento sem os dois lados da moeda.

34- Da mesma forma que um artista plástico faz pesquisas de materiais e temas para sua obra, o profissional de marketing cultural e de cultural marketing analisa um projeto e suas possibilidades no mercado.

35- Caso você esteja começando no mercado e pensa que seu projeto, por exemplo, de uma peça de teatro, não será nem analisado por um patrocinador, existem duas saídas. Em primeiro lugar, não tenha este preconceito, pois novos talentos são cada vez mais alvo das empresas patrocinadoras; em segundo, se este for o impedimento, convide um ator ou diretor conhecido para apresentar seu projeto. Escreva na capa “Alberto Roberto apresenta: O Grupo Novo de Teatro” e vá em frente.

36- A melhor época para apresentar um projeto a patrocinadores é de agosto a novembro, período no qual eles estão pensando nos investimentos de marketing que farão no ano seguinte. Embora seja grande o número de empresas recebem projetos ao longo de todo o ano. Saiba qual o melhor período para apresentar projetos a cada uma. Algumas empresas estão passando a receber projetos via INTERNET e outras contratando profissionais do mercado para analisar previamente projetos, segundo critérios pré-estabelecidos. Nunca se esqueça de que cada caso é um caso.

37- A maioria das empresas não possui um Plano de Marketing Cultural ou critérios objetivos de patrocínio. Isto torna o mercado muito aberto. O Perfil de Empresas Patrocinadoras poderá facilitar seu trabalho neste sentido.

38- O mercado cultural ainda é muito desunido – e isto é ruim. Procure formar redes de parceria, precisamos ser mais profissionais, com ética, sem qualquer prejuízo para as obras ou para nossos artistas. Não tenha preconceito quanto ao “mercado cultural” – ele é o lugar onde vendemos ingressos, quadros, livros, buscamos apoios e patrocínios.

39- O mercado cultural vai muito além do que se imagina: ele possui interfaces com o turismo cultural, gastronomia típica, educação, área social, ciência e tecnologia, urbanismo, lazer, saúde, comunicação, artesanato e muitas outras áreas indispensáveis ao desenvolvimento humano, econômico e social.

40- É a falta de cultura que não percebe a importância da cultura no desenvolvimento de um país.

41- A educação ensina a ler e escrever, mas só a cultura ensina a enxergar.

42- Um projeto cultural com interface social pode fornecer ao patrocinador, além de incentivos fiscais, mídia espontânea e benefícios definitivos para as pessoas envolvidas, como o desenvolvimento da criatividade, auto-estima, relacionamento e segurança. Um projeto apenas social não oferece tudo isso e pode cair no paternalismo filantrópico.

43- Patrocinadores da construção civil preferem patrocinar livros sobre os bairros e as cidades onde possuem negócios. Também atuam na restauração de patrimônios históricos. Tais critérios têm coerência. Os livros aproximam a empresa dos moradores e a preservação de patrimônios históricos, além de utilizar os mesmos materiais que eles utilizam na construção (identidade), agregam valores de idade (credibilidade) memória e história às suas marcas.

44- Ao patrocinar novos talentos, uma empresa agrega à sua marca o valor de quem sabe “apostar no futuro”.

45- Algumas empresas preferem o teatro pela possibilidade do marketing de relacionamento, ou seja, poder realizar apresentações fechadas com seus clientes.

46- Muitas empresas escolhem uma área apenas de patrocínio, outras definem um critério para todas as áreas, por exemplo: “projetos que valorizem a identidade cultural do local onde atuam”. Outras partem para grandes eventos de massa. Cada caso é um caso.

47- Um patrocinador do tipo autoritário, daqueles que possuem uma mesa grande com fotos suas e diplomas na parede, antes de ler o seu projeto, vai querer saber quem lhe indicou, que interesses possui nesta pessoa ou instituição. Patrocinará para aumentar seu poder e negócios, ou por uma amizade fiel. Não abaixe a cabeça ao dialogar com uma personalidade autoritária que fala alto e é agressiva. Fale no mesmo tom.

48- Saiba sempre que um “não” ao seu projeto não significa nada; é apenas um sinal corretivo de rumo para uma nova apresentação.

49- Você nunca saberá se um patrocinador vai lhe receber se você não for procurá-lo. Certo?

50- Finalmente, nunca se esqueça: o objetivo maior de um artista é a conquista do seu público. Estude tudo que existe sobre mobilização de pessoas, conquista e fidelização de clientes. Ter público é ter mídia. E se você tiver público e mídia, os patrocinadores baterão à sua porta. Nenhum projeto resiste se depender apenas de patrocínio.

* Fernando Portella é presidente do Instituto Cultural Cidade Viva

FONTE: http://www.marketingcultural.com.br/50dicas_mkt.asp?url=50%20Dicas%20de%20Marketing%20Cultural&sessao=50dicas

5 Dicas de Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas

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Pequenas e Médias empresas podem ser vistas como Grandes e Organizadas Corporações através do uso de ações estratégicas de Marketing Digital. Além, é claro, de ser uma ferramenta perfeita para a captação de novos prospects e clientes. Com a popularização das redes sociais, o marketing digital se tornou ferramenta obrigatória para qualquer tipo de empresa. O grande diferencial é que pequenas e médias empresas possuem a vantagem de implementar projetos com muito mais agilidade e capacidade de adaptação. Esse diferencial faz com que muitas dessas empresas se destaquem no meio empresarial através de cases de sucesso e ações criativas de marketing.

Aqui listaremos 5 dicas para usar o marketing digital combinado com algumas ações de SEO para conquistar novos clientes e admiradores da sua empresa.

1 – Blog
O Blog é a maneira mais fácil de criar e gerenciar conteúdos de qualidade com alta possibilidade de indexação pelo Google. Serve como um “Plus” para o seu site e pode servir como uma rede de captação de novos clientes. Vai uma dica: faça de seu blog uma fonte de informação para que você seja descoberto e adorado pelos clientes. Para isso, entre na cabeça deles e tente imaginar por onde estão navegando ou que tipo de conteúdo estão buscando no Google. Utilize ferramentas como o Google Suggest, Adwords, Google Zeitgeist ou Google Trends. Combinando estas ferramentas com as palavras-chave ligadas ao seu negócio, você descobrirá o que está na “boca do povo”, ou melhor dizendo, o que as pessoas estão buscando a respeito do seu negócio. Faça posts interessantes para o seu público e se deixe ser encontrado.

2 – Newsletter e Email Marketing
Newsletters ou Email Marketing são ótimas ferramentas para você aguçar diariamente o desejo de consumo dos seus clientes. Existe uma corrente que minimiza o valor desse tipo de mídia, mas não se iluda pelo negativismo! Email Marketing funciona! E como funciona! Mas, como todo tipo de mídia, você precisa estabelecer uma frequencia certa. Evite enviar emails com larga diferença de tempo. Mas também não seja chato a ponto de enviar dois a três emails por dia. Estabeleça um padrão para o seu negócio. Evite comprar listas no mercado negro ou de fontes duvidosas. Essas listas poderão fazer com que a imagem da sua empresa fique queimada, e seu email provavelmente entrará nas listas ANTI-SPAMS (o SPC/SERASA dos servidores de Email).

Veja o que não pode faltar em seu e-mail marketing:
– Uma promoção atrativa.
– Preço competitivo.
– Facilidade de pagamento.
– Fotos e layouts bonitos e atrativos.
– Diferencial competitivo: ofereça um brinde ou um serviço a mais para que você se destaque frente aos seus concorrentes.

3 – Redes Sociais
Virou modismo: toda empresa tem que estar no Facebook e no Twitter. Concordo. Porém, antes de sair cadastrando sua empresa em duzentos sites diferentes de redes sociais ao redor do mundo, pense exatamente na finalidade dessa ação. E na verdade não existe outra: ficar próximo dos seus clientes, e quem sabe ampliar seus contatos e número de seguidores. Agora pense em sua estrutura. Você realmente tem tempo de responder ou interagir em tempo real com seus clientes em todas as redes sociais? Provavelmente não. A regra é clara: entre em uma rede social somente quando você tiver tempo e condições de atuar o tempo todo. Não entre por modismos ou apenas para dizer que está presente, pois na prática, não estará. Se possível, recorra a um profissional qualificado. Em geral são muito experientes e poderão te auxiliar na elaboração de um planejamento de atuação adequado para o seu negócio.

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4 – Resource Center ou Help Desk
Ainda não muito populares por aqui, o Help Desk é uma ferramenta muito explorada nos Estados Unidos. Os mais conhecidos são o Zendesk e o Kayako. Através deles, seu cliente terá acesso a toda informação de uso ou compra de produtos no seu site, informações relacionadas ao seu produto ou serviço, formas de pagamento, entregas e devoluções. Funciona praticamente como um self-service de informações relacionadas ao seu negócio. Em geral são recheados de perguntas e dúvidas mais frequentes, fáceis de serem identificadas pelos usuários. O Help Desk é facilmente configurado e certamente desafogará o seu serviço de tele-atendimento, fazendo com que seu custo com atendimento despenque. No Brasil, empresas como a Netimovies, a Rint ou o Moip, usam e abusam desse serviço. Outra vantagem é que o conteúdo publicado é facilmente indexado pelos mecanismos de busca.

5 – Google Adwords (Links Patrocinados) e Sites comparadores de Preço
Os Links Patrocinados são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado direito do Google assim que você faz uma pesquisa. Os resultados são sempre relacionados ao tema da busca. Da mesma forma, você poderá definir o seu público-alvo, selecionando as palavras-chaves mais adequadas ao seu produto ou serviço. O anunciante paga apenas quando seu anúncio é clicado. O valor do clique (CPC – Custo por Clique) é definido através de vários fatores que envolvem a qualidade do anúncio, as palavras-chaves escolhidas e uma série de outras métricas definidas pelo Google. Além disso, você poderá regionalizar sua campanha e até mesmo definir o orçamento diário.

Por outro lado os sites comparadores de preços coloca você ao lado dos seus concorrentes. Em geral, o CPC (custo por clique) é bem mais elevado que o Google Adwords, porém com a possibilidade de comparação instantânea de preços, formas de pagamentos e entrega. Se você deseja colocar sua marca ao lado de marcas famosas e consagradas, esta é sua chance. Porém, vá com cuidado. Ter o melhor preço não é garantia de venda. Além de preço, ofereça ao seu cliente formas de pagamento diferenciadas, brindes, enfim… qualquer diferencial que destaque você dos grandes varejistas. Muitos clientes pagam mais caro só para comprar de uma marca famosa e de confiança inquestionável.

Por isso, prepare sua retaguarda, oferecendo informações claras e precisas sobre a política de segurança, prazos e garantia de entrega dos seus produtos. Busque qualificação através do selo do E-bit e claro… cumpra com seus prazos corretamente.

FONTE: http://www.mercadoecommerce.com.br/5-dicas-de-marketing-digital-para-pequenas-e-medias-empresas/